domingo, 3 de março de 2013

AOS ECONOMISTAS E NÃO-ECONOMISTAS: LIÇÕES E ILAÇÕES DO FÓRUM ECONOMICO DE BISSAU



Houve nos idos de oitenta, na nossa praça, um debate em forma de troca de ideias num jornal, entre os “economistas” e os “não economistas” que nos interessou bastante na altura; sendo jovens, interessados nos destinos do país - com algumas leituras pelo meio - entendíamos que não era realmente um debate entre economistas e “não economistas” (categoria afinal inexistente), mas um debate entre os que defendiam uma concepção “capitalista” do mundo (baseada em valores Ocidentais, tidos como seguros e certos para se inspirar na construção do nosso tecido económico nacional) e os que defendiam uma concepção “socialista” do mundo baseado na negação da propriedade privada (que nenhuma relação tem com uma economia planificada, pois qualquer economia que seja precisa de ser ordenada, obedecendo regras do mercado claras, em suma aquilo que todos os bancos centrais de países desenvolvidos procuram fazer de forma a planificar e prever os resultados futuros). Valores que valendo o que valiam, já eram partilhados e reverenciados em quase três terços da humanidade se somarmos a China de Mao Tse Tung a União Soviética, metade da europa, países como Vienam, Cuba, Mongolia, Angola, a Etiópia de Megistu para não citar outra dezena como Camboja ou Moçambique. 

Em suma só pela quantidade de partidários impressionava bastante e convencia até os mais cépticos. Hoje esta segunda concepção graças a Deus quase desapareceu quase totalmente da face da terra, se exceptuarmos a teimosa Cuba e a louca Correia do Norte; e mesmo aqueles que como a China, que não o tiraram completamente do léxico politico (por motivos de coesão interna e o papel histórico e actual do Partido Comunista Chines, e por ainda não haver uma nova filosofia de vida que possa substituir de um dia opara o outro o acreditar de mil milhões de pessoas) e da economia (por causa do perigo do desemprego de milhões e milhões de pessoas e a destruição insensata de toda uma economia – como se fez na Rússia de Ieltsin naquela que foi um crime só comparável aos de Stalin - planificada e bem ou mal, gerida racionalmente) já o tiraram do pensamento económico estratégico do futuro. E é mais que evidente para a elite chinesa que a economia da China do futuro só poderá ser capitalista no conteúdo mesmo que a forma do Estado seja diferente. Dos Chineses, é bom que se diga, que como todos os que têm a virtude da paciência aprendem com os erros, mas não ficam só pelo aprendizado: eles com a sua tão inteligente como prática concepção politica, económica e social “Um país, dois sistemas” têm ainda uma vantagem acrescida, podem aprender com os erros de um e de outro sistema. Do socialista sabem de cor todos os erros, pois os cometeram também durante anos como todos os que seguiram essa via, até a chegada do Deng Xiao Ping. Dos erros do capitalismo apreendem na maior e melhor escola do mundo, na escola real das maiores e mais solidas economias do mundo que agora se afundam cada dia de uma ponta a outra da europa e do outro lado do atlântico. Como cartas de um baralho viciado as economias tombam levando milhares a falência e a bancarrota total. Nem a escola de Chigaco podia prever o que hoje em dia se passa. Pois sempre os economistas basearam as suas teorias em coisas reais e não em produtos que só existem na cabeça dos seus criadores, embora todos pensássemos que eram reais (que o digam os clientes de Bernards Madoffs deste mundo); e ainda este cataclismo esta acontecendo e pode ser que depois da queda de Espanha a França tenha que tocar no tapete (por mais que se diga o contrario para “tranquilizar” os mercados) e não demorará os seus efeitos chegarão as nossas janelas - para entrarem pelas nossas vidas adentro - e não apenas aos ecrãs dos nossos televisores para varrerem tudo que encontrarem pelo caminho. Pois este tufão ainda esta na fase da “procissão ainda vai no adro” para usar uma expressão Portuguesa.   

Seja como for, hoje felizmente, sabemos que as duas concepções do mundo estavam profundamente erradas. Por isso é sintomático que as suas derrocadas foram quase em simultâneo (estou falando em tempo histórico) a queda do Murro de Berlim e a crise total do capitalismo que começou com a falência do Mega Banco Lehman Brothers.  Mas nesse distante tempo, ambos os campos desta discussão - que a longo termo não deu em nada como tudo no nosso país - davam demasiado valor às suas certezas quanto as virtudes desses diferentes sistemas para uma economia como a nossa e não só. Mas hoje volvidos tantos anos penso que de todas as formas aquele exercício pueril não deixou de ser – mesmo que embrionário - um exercício útil para um futuro pensamento económico nacional que hoje se quer e é prementemente necessário. Pois um país que não tenha e não segue um pensamento económico claro, que faça basear todas as suas decisões políticas e sociais nesse modelo andará sempre a improvisar. E da improvisação politica ou se sai bem ou se sai mal (como de resto já afirmei em outros textos) mas quase sempre mal. E nós como povo, como nação, precisamos de uma vez para sempre deixar de ser filhos do improviso.   

II
Posto isto como introdução chegamos ao nosso sujeito: FÓRUM ECONÓMICO DE BISSAU.
Nome simples mas de uma abrangência total não deixando de fora nenhum espaço dedutivo. Assisti a esse fórum com grande interesse esperando assistir algumas interessantes prelecções de economia por doutos economistas de outras praças sobre o nosso tecido económico quase inexistente e remédios para a cura aos nossos endémicos problemas de desenvolvimento. Isso porque, primeiro, sou um apaixonado da economia - gosto dos clássicos como Adam Smith, David Ricardo, Karl Marx, Keynes, etc.,- calhou nessa semana do Fórum o meu livro de cabeceira ser “A riqueza das Nações” de Adam Smith (obra-prima do pensamento económico ou o livro que é em si a pedra fundadora da “ciência económica, mas escrita com uma simplicidade esclarecedora que qualquer aluno do decimo segundo o pode ler sem nenhum problema) - que leio com muito interesse nestes tempos de crises cíclicas em virtude das quais cada dia os telejornais abrem mais com noticias da economia do que com crimes ou escândalos das celebridades (a crise económica pelo menos teve o efeito de melhorar a qualidade do teor dos noticiários, pois agora a assistir os telejornais e noticiários aprende-se alguma coisa e não servem apenas para saber algo sobre o que aconteceu e “matar” a curiosidade) como antigamente.
Segundo, porque num país em que nada acontece de interessante no campo da economia, cultura, literatura é sempre uma lufada de ar fresco, um saudável exercício, um acontecimento dessa magnitude, nessa área de conhecimento, frequentada por tanta gente de bem. Sim naquela sala do Hotel Azalaia (para mim continua a ser Hotel 24 de Setembro) nessa manhã concentrou-se a nata da intelectualidade guineense para discutirmos o nosso país e propor soluções para sairmos do marasmo, da improvisação e da incompetência que nos acompanha há quarenta anos.
Aqui não falarei das dezenas de personalidades de renome internacional que estiveram presentes, pois o site do Fórum ou documentos publicados devem ter isso afixado; mas necessito salientar que trazer ao nosso país figuras como Olusegun Obasanjo, presidentes de Fundos Soberanos e CEOs de Bancos Comerciais (um tem um banco na Guiné mas nunca tinha ca posto os pés) e de varias empresas internacionais de grande porte e renome é um feito extraordinário. Mas mais do que a parte organizacional (que foi impecável) os resultados conseguidos quase “imediatamente” foram se não espantosos, no mínimo muito pouco habituais neste tipo de fórum.
A comparência de organizações e empresas das áreas de construção e urbanismo, da área da criação de animais (de Israel vejam só) e produção de raçoes, de energia, do sector das pescas, minas, tecnologia de informação etc., etc., que demonstraram interesse real em investir neste país fizeram deste Fórum um acontecimento de enorme importância para o nosso frágil e quase inexistente sector empresarial.
Feito merecedor de enaltecimento especial pois, empresas da área económica – que diferente da área humanitária – e personalidades afins, geralmente vivem num mundo de procura de mais-valias e em que cada minuto é dinheiro. A frase time is money (tempo é dinheiro) é válida para qualquer actividade, mas na área empresarial é muito mais verdadeira. E o fórum fez jus a esse leitmotiv, pois de facto conseguiu num dia resolver coisas que normalmente demoram meses e as vezes anos e ainda teve tempo para um concerto a noite.
Ao Dr. Paulo Gomes pela clarividência, espirito de iniciativa e persistência todos os louvores. Pois convenhamos que o momento político (e conjuntura económica) não era o mais adequado, pois em virtude das malfadadas sanções que imperam sobre o país seria muito mais difícil realizar um fórum dessa envergadura e numa área tao delicada como aa economia que é muito vulnerável a mudanças políticas bruscas; alem de que muitas personalidades em virtude das sanções poderiam ser impedidos de participar mesmo que tivessem vontade para isso. Mas mesmo assim Dr. Paulo não se bateu e não se acobardou perante as dificuldades (nem falo aqui das dificuldades de logística, transporte, falta de hotéis, aeroporto precário, cortes frequentes de energia eléctrica, internet extremamente mau, etc., etc., na infindável lista dos nossos problemas caseiros). Na verdade o país precisa cada vez mais de homens como o Paulo Gomes, pragmáticos, apolíticos que baste (para tomar decisões técnicas de risco mas responsáveis); precisa cada vez mais de profissionais essencialmente técnicos e cada vez menos de políticos profissionais.
Resta dizer - para um “não economista” como eu - que independentemente de acções que vierem a ser implementadas no seguimento deste Fórum Economico uma coisa ela já conseguiu, que é provar que “é possível”. É possível resgatar o país, é possível criar interesse, em relação ao país, em gente que a primeira vista pareceria quase impossível. 


III
Não tive portanto o prazer de ouvir dissertações “puramente” económicas nem discussões, com réplicas e tréplicas sobre os caminhos certos para a economia nacional num acirrado debate de ideias, pois o formato do Fórum foi comum como muitos outros que já assisti (por exemplo foi quase igual a outra de três dias realizada nessa mesma sala em Dezembro passado na hora da apresentação do Memorando Económico de País pelo Banco Mundial): apresentações curtas, sintéticas e objectivas - a exiguidade do tempo não o permitiria tampouco outro formato, creio – seguido de grupos de trabalho, terminando em propostas para implementação sejam elas de políticas no geral ou de projectos concretos. Mas a quantidade de contribuintes, a qualidade das contribuições, a envolvência de participantes merece uma análise atenta. Me fizeram recordar as aulas de economia política de há tantos anos passados, pois mais do que da “economia pura” falou-se de “política económica” possível para um país que se pretende que deve ser outro - que não este - forte e empreendedor. A compreensão da importância do fórum pelo Governo e a presença no mesmo das duas mais altas individualidades de Transição foi o elo de ligação para se criar um clima de cooperação frutífera entre o sector privado e publica para futuras parcerias. Portanto o espírito do Fórum deveria nortear próximas realizações nacionais desta índole sejam elas económicas, culturais, ambientais ou outras. É desse espirito que precisamos cada vez mais de forma a interessar cada vez mais o cidadão comum no desenvolvimento e no progresso desta nossa pátria. Para devolver dinâmica a uma economia que era quase auto-suficiente em termos alimentares, quase uma autarcia, que exportava produtos alimentares, que agora entrou em colapso acelerado. Urge subir o PIB per-cápita. Urge uma politica económica séria e consistente que liberte as forças produtivas da Nação. Temos que primeiramente basear no que temos. Neste momento urge duplicar a produção de bens essenciais como o arroz o milho a mancara a cana-de-açúcar e o caju. Precisamos encontrar o nosso caminho económico dentro deste espaço que nos cerca e envolve por todos os lados, pois não tenhamos duvidas, cada país esta nesta UEMOA par tirar o máximo proveito para o seu povo e sua nação e quem disso dúvida é inocente. Todas as uniões económicas desde o início do mundo moderno só serviram a este pressuposto. Desde a Comunidade Europeia do Carvão e Aço que veio a dar lugar a actual União Europeia uns países ganham sempre mais do que os outros em qualquer união monetária ou económica. Na Europa quem mais ganha é a Alemanha e Espanha, lo que contribuiu mais e o que recebeu mais. Seguidos de França e Itália e depois os outros. Os que mais perdem são obviamente os mais fracos como nós na UEMOA, como nós na CEDEAO. Mas isso também em parte depende da clarividência e capacidade dos nossos dirigentes de traçarem uma política económica nacional competente e em consonância com a sua realidade cultural, social e sem descurar a protecção e uma exploração competente de seus recursos naturais.


De Adam Smith a Milton Friedman passando por Keynes a ciência económica nos diz que de uma forma ou outra temos que planear o nosso desenvolvimento económico seja ela qual for, se elegermos keynesianismo puro ou as teorias (manuais) do Banco Mundial para o uso nos países pobres do “terceiro mundo” ou “em vias de desenvolvimento” (como nos chamavam os Países Socialistas para não ferir o nosso amor próprio). Mas como o nome indica “estar em vias” de alguma coisa nada significa e nada resolve, pois a formula em si é errada. Estávamos “em vias” só nas nossas cabeças, pois salvo raras excepções todos na verdade estávamos na senda da destruição de tudo que tinha alguma coisa a ver com o desenvolvimento. Talvez a fórmula correcta (se se basear-se apenas numa definição económica e não política) seria “países no começo do processo de desenvolvimento, seja ela qual for”. Bem termino dizendo que do Fórum independentemente de tudo o que foi dito, o essencial foi a demonstração de um espirito positivo, que não se atemoriza perante as dificuldades e esta disposto a lutar contra ventos e mares e vencer. Este “espirito do Fórum”, que gostaria que se transformasse em “espirito de Bissau”. Um espirito vencedor que contaminasse a nação e o fizesse desenvolvido próspero e rico. Na verdade um país só é rico quando os seus habitantes também o são. A Boris Eltsin, Presidente Russo, muitas vezes culparam de ter permitido o aparecimento de centenas de milionários e multimilionários na Rússia pós-comunista. Ele uma vez respondeu que só lamentava o facto de ter criado apenas de centenas de multimilionários pois gostaria de ter criado milhares. Temos que ter vistas largas, interesse nacional, permitir e potenciar o enriquecimento dos Guineenses. Aliás, este desiderato deve ser político do Estado. Enriquecer os Guineenses é um imperativo Nacional, pois dentro de pouco tempo além de não possuírem nenhuma empresa nacional, não terão o suficiente nem para comer e muito menos para educar os filhos.


Fernando Teixeira
Bissau, Fevereiro de 2013

CONGRESSO DO PAIGC EM CACHÉU SEM FALTA

Hoje Manuel Saturnino Domingos da Costa, Presidente em exercício do PAIGC
disse que o Congresso do partido vai se realizar em Cachéu mesmo que as pessoas
tenham que dormir debaixo de pé de manpatass.

O único candidato que estava presente para assistir a cerimónia era Domingos
Simões Pereira. Talvez os outros candidatos julgam que já está ganho e por isso
não têm que se dar ao trabalho de participar nas actividades do partido nas regiões.
Grão a grão enche a galinha o papo ou como os senegaleses dizem ndanka ndanka
moi Japp Golo Cinai.

PEIXE A NOSSA RIQUEZA




Peixe a nossa riqueza. Olhem para estes peixes quase 10 kilos cada um.

Sabia que das 200 milhas da nossa costa maritima só temos capacidade para vigiar
30 milhas. Não temos barco com capacidade para ficar no alto mar durante duas semanas
para vigiar a nossa costa maritima. É por isso que o nosso alto mar a noite parece como
HONG KONG OU MANHATTAN. Claro só barcos estrangeiros a roubarem-nos o
peixe a nossa riqueza.

ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO -- 7

                                                                               Art.7º
                                                                     ( Entrada em Vigor)

A presente Adenda ao Pacto de Transição Politica faz parte integrante deste,
produzindo os seus efeitos imediatamente após à sua assinatura pelas partes.



                                                                         (FIM)

ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO-- 6

                                                                                Art.6º
                                                   (Disposições Finais e Transitórias)

1. Tudo o que não for derrogado pelo PActo de Transição Politica e a
respectiva Adenda, aplica-se a Constituição da República , o Acordo
Politico e as recomendações da CEDEAO que estiveram na origem da
adopção do PActo de Transição e conseuqente designação do Presidente
da República de Transição e da formação do Governo de Transição.

2. O Fórum dos Partidos Politicos signatários do Pacto de Transição
Politica, é institucionalizado pela presente Adenda como único interlocutor
válido com as instituições públicas , nos termos dos seus estatutos.

3. O Supremo Tribunal de Justiça é o depositário da presente Adenda ao
Pacto de Transição, bem como, do Acordo Politico relatico ao Programa
do Governo.

4. O presidente da República de Transição e o Primeiro Ministro não
pode, candidatar-se às eleições presidenciais e legislativos imediatas.

ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO -- 5

                                                                                      Art.5º
                                                         (Ao compromisso dos signatários do Pacto)

1. Os signatários deste pacto Nacional de Transição comprometem-se a proceder:

a) À reforma e estrutura politico-administrativa do Estado, reescrevendo a Nova
Constituição através de uma Assembleia Constituinte, assente na legalidade formal e
processual dos seus actos e não em paradigmas ideológicos e, normalmente, a reforma
dos sectores de defesa e segurança;

b) À reforma das leis estruturantes da organização politico-partidário e demais quadros
legais para a reconstrução e aperfeiçoamento do processo de construção de Estado
Democrático de Direito, nomeadamente, as legislações eleitorais e de recenseamento
da descentralização administrativa (poder local), da defesa nacional e da segurança, da
Administração Pública, na prespectiva de sua estabilidade e neutralidade politica, na
prespectiva , assim como as leis estruturantes do poder judicial e do sector económico
e financeiro;

c) Às eleições  autárquicas, precedidas de comissões instaladoras, a regulamentar pelo
Governo, no quadro consensual com os signatários do Pacto, seguidas de eleições
legislativas e presidenciais.

2) As modalidades de composição e da missão da Assembleia Constituinte referida na
alínea anterior serão objecto de consenso dos signatários da presente Adenda ao Pacto
de Transição.


ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO -- 4

                                                                            Art.4º
                         (Do compromisso de reestruturação da Assembleia Nacional Popular)

Durante o período desta transição politica, os signatários comprometem-se:

a) Que, no quadro da Assembleia Nacional Popular, esta passa a denominar-se por
Assembleia Nacional Popular de Transição, devendo o preenchimento das vagas de 1º e
2º Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Nacional, em consequência do golpe de Estado
recair sobre o PAIGC.

b) Que, durante o período de Transição Política as Comissões Especializadas da Assembleia
Nacional Popular são automaticamente extintas, passando a composição da Assembleia
Nacional Popular de Transição a obedecer aos seguintes critérios:

i.Manutenção do mandato de todos os deputados eleitos
ii. Substituição das Comissões Especializadas da Assembleia por uma Comissão Especial
Partidária, integrada por um representante de cada um dos partidos politicos legalmente
constituídos e de um representante da sociedade civil.

c) Que todas as maiorias relativas à reetruturação do Estado sejam previamente  discutidas
 e aprovadas por consenso pela Comissão Especial Partidária e adoptadas posteriormente
pela Assembleia  Nacional Popular de Transição por três quartos dos deputados em funções.

ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO -- 3

                                                                      Art. 3º
                                                               (Do Governo)

1. O Governo é dirigido por um Primeiro Ministro já indigitado por consenso dos partidos
politicos signatários e em funções, nomeado pelo Presidente da República de Transição

2. O Governo de Transição é constituido de base alargada e de forma inclusiva e consensual.

3. A inclusão referida no número anterior deve ser objecto do consenso dos signatários do
Pacto de Transição Politica como forma de viabilizar o processo de transição conducente
a normalidade constitucional e estabilidade sócio-politica durante o quadro de Estado de
direito democrático .

NOTA:  MAIS UM ARTIGO MAIS UMA TANGA .

ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO-- 2

                                                                       Art.2º
                                               ( Da Assembleia Nacional Popular)

1. A presente legislatura da Assembelai nacional Popular é prorrogada até à tomada de
posse dos novos deputados eleitos, passando, doravante, a Assembelia Nacional Popular
a designar-se Assembleia Nacional Popular de Transição.

2- Na sequência da prorrogação do mandato da legislatura da Assembleia Nacional
Popular as votações dos diplomas devem obedecer ao consenso dos actores politicos
nela representado e não nos termos constitucionais e regimentais da Assembleia Nacional
Popular.

3- A adpção pela Assembleia Nacional Popular do Orçamento Geral do Estado deve
obedecer ao consenso de todos os signatários da presente Adenda ao Pacto de Transição
Politica.

4- O Programa do Governo deve ser objecto de um consenso entre os signatários da
presente Adenda ao Pacto de Transição Politica.


Nota: QUER DIZER CONSTITUIÇÃO VAI PARA O CAIXOTE DE LIXO. CAMBADAS DE FILHOS DA P***

A CULPA NÃO É SÓ DOS MILITARES

Depois de lerem esta brincadeira este esquema para se permanecerem no poder
a que puseram o nome de Adenda ao Pacto de Transição não nos venham dizer
que a culpa é só dos militares. A culpa é principalmente destes politicos bestas
e sem principios que nós temos.

Preferem estar bem e o país que se f..... MA I KA TEM KINTI KU KA TA FRIA

ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO-- 1

Eis o documento na íntegra:

...... E tendo em conta a iminência do fim da legislatura da presente Assembleia
Nacional Popular , com fundamento nos superiores interesses do povo e do país,
na prespectiva de se proceder a um entendimento efectivo, com base nos princípios
gerais de direito, mormente o da continuidade do Estado e bas normas de direito que
norteam o Estado da Guiné-Bissau. Os Partidos Politicos legalmente constituidos acordam:

                                                         Art 1º
                                          (Das Disposições Gerais)
1- Pelo presente instrumento que constitui o quadro legal para a condução do país a
normalidade constitucional, as partes signatárias adoptam a presente Adenda ao Pacto de
Transição Politica, de que faz parte integrante.

2- As partes signatárias reafirmam o seu total respeito pelos compromissos internacionais
assumidos pela Guiné-Bissau, em conformidade com os príncipios gerais do Direito Internacional
e acordam sobre a organização dos poderes politicos constantes da Constituição em vigor e assumem
o compromisso de estabelecer um Pacto de reestruturação e reforma do Estado como pressuposto da construção da estabilidade politica e social efectiva e duradoura.

3- O período de transição deve ser inclusivo, culminando coma  realização das
eleições legislativas, presidênciais e autárquicas respectivamente.

OS PARTIDOS QUE QUEREM MUDAR A HISTÓRIA

Caro leitor , voçê nem imagina tanta maquiavélice destes anões que tem o nome
de partidos politicos. Acredite que eles já depositaram esta proposta no Supremo
Tribunal de Justiça e o povo não sabia disso. O Progresso Nacional foi cuscuvilhar
e saiu com este resultado:

Partidos signatários desta Adenda de Transição Politica:

1- PRID
2-UPG (Nando Vaz; este não podia faltar pela sua insignificância na cena politica)
3- FCG-SD
4- PADEC
5- ASG
6- PDS
7- PDSSG
8- PARTIDO JOVEM
9- FD

Como pode ver caro leitor, tenho a certeza que nunca ouviu falar destes anões na politica
guineense, mas mesmo assim querem fazer a nossa vida mais complicada. ANÔS NÔ NEGA LOT.

ADENDA AO PACTO DE TRANSIÇÃO POLITICA

O Jornal de última hora noticiou que um grupinho de pequenos partidos
querem a mudança do nome de Assembleia Nacional Popular para Assembleia
Nacional Popular de Transição, isto tudo 40 anos depois do grande combatente
Nino Vieira ter proclamado a independência da Guiné-Bissau.  A ISTO DÁ-SE
UM NOME LOUCURA TOTAL.

sábado, 2 de março de 2013

O PAIGC ESTÁ ABERTO EM RECEBER CONTRIBUIÇÕES DE TODAS AS PESSOAS DE BOA VONTADE

O PAIGC está disposto a receber contribuições de todas as pessoas de boa
vontade para a realização do seu congresso de cachéu cujos custos estimados
estão acima dos 100 milhões de francos. Para qualquer doação mesmo que seja
um euro contactem directamente a direcção do partido.

NOTA: O Progresso Nacional faz este apelo por compreender a situação económica do
partido. O monstro INFALI chegou as portas do partido.

CONFERÊNCIA DE CACHÉU REÚNE AMANHÃ MILITANTES DO PAIGC

Amanhã está previsto um número significativo de militantes do PAIGC em
Cachéu para uma cerimónia simbólica que arranca os preparativos para o VIII
congresso do PAIGC. As conferências de base que é uma espécie de eliminatória
que todos os militantes do PAIGC estão sujeitos com excepção dos 350 militantes
que vão directo ao congresso por inerência de funções, é preliminar ao congresso.
É aqui que são escolhidos os delegados e amanhã vai começar em Cachéu.

É NECESSÁRIO MAIS DE 100 MILHÕES DE FRANCOS CFA PARA SE REALIZAR O CONGRESSO DO PAIGC

É necessário mais de 100 milhões de francos cfa (150.000 euros) para a realização
do congresso do PAIGC. Isto inclui transportes de aproximadamente 1180 delegados
de todos os cantos do país para o local do congresso, alimentação e alojamento durante
uma semana.

MÁ PAIGC CUSTUMA DJINTIS MAL ANH! ASSIM NÓS TAMBEM QUEREMOS SER DELEGADOS. FOGO UMA SEMANA NA MAMA, QUEM NOS DERA.

VLADMIR DEUNA CANDIDATO A LIDERANÇA DO PAIGC SOLIDARIZA-SE COM OS DEPUTADOS

O jovem candidato a líderança do PAIGC solidarizou-se com Sory Djaló
e todos os deputados nesta guerra aberta com o governo. Deuna considerou
o Ministro da Presidência "um homem muito perigoso e com mentalidade de tuga
ou seja colonizador". Para Deuna o Governo tem sim que apresentar um programa
de governo e um orçamento. Apesar de ser transição não podem ficar na incerteza
orçamental.

O MEDO DA REFORMA

Hoje a equipa técnica do PN estava reunida e estavamos a ouvir um
 famoso músico a falar na radio e dentro de várias coisas que ele disse
uma ficou-nos na cabeça e é digno de registo. Ele disse que " ...o medo
da reforma não é só na classe castrense mas também na classe politica
e empresarial. Isto é o guineense que tenha subido alto na vida não está
preparado mentalmente para descer do pedestal. Por isso a sociedade tem
que criar condições para todos se sintam a vontade em reformarem-se".

NAVIO COM EMIGRANTES CLANDESTINOS FUGIU DO CAIS DE PINDJIGUITY

Um navio da agência Transmar que atracou em Bissau no passado dia 21 de Fevereiro alegadamente transportando emigrantes clandestinos e que estava sob investigação das autoridades maritimas e portuárias da Guine-Bissau fugiu esta manhã ludibrindao dois agentes da policia maritima que estava assegurar o navio.


O Progresso Nacional é o primeiro a dar esta notícia.

FAZ HOJE 4 ANOS --- NUNCA MAIS HAVERÁ OUTRO PRESIDENTE TÃO RESPEITADO E ADORADO PELO POVO COMO O CHEFE GENERAL KABI NA FANTCHAMNA





CHEFE DESCANSA EM PAZ. ÉSSIS KU FICA LI SOM TCHUKULEROS MÁNERE KU

BU FALA BÁ ALI É FICA É NA NHÉMÉ UM UTRU. NADA KA BALI BÔ

ABÔ I HOMI DI POVO E POVO SIBI KUMA BU MANDA NAM. ÉSSIS SANTCHUS

KU NA DJUGUTA DJUGUTA NO KA CUNSSI ELIS BÁ. ETERNO DESCANSO CHEFE

O ETERNO CHEFE.

sexta-feira, 1 de março de 2013

O PRESIDENTE DO PARTIDO DA UNIDADE NACIONAL FALOU

Idrissa Djaló concedeu uma entrevista ao jornal democrata esta semana e disse algo sintomático " A classe politica está a fazer mais um arranjo para empurrar o país para o abismo". Kila gora i bardadi.

NINO VIEIRA KA MURRI

NINO VIEIRA SERÁ SEMPRE UM GRANDE HOMEM QUER QUEIRAM QUER NÃO. 

AMANHÃ FAZ 4 ANOS DO BÁRBARO E COBARDE ASSINATO DESTE GRANDE ESTADISTA

AFRICANO. BÔ PENSA KUMA BÔ KABA KU SI HISTORIA MA BÔ KA PUDI PABIA NINO

KA TEM SUMA EL NA HISTORIA DI GUINÉ-BISSAU. ANÓS TUDU NÔNA MURRI MA

HISTORIA TA FICA E HISTORIA DI NINO NA GUINÉ-BISSAU STÁ PÁ FICA.

A) PRIMEIRO PRESIDENTE DA RÉPÚBLICA  ELEITO

B) CHEFE DE GUERRA QUE CONDUZIU A INDEPENDÊNCIA

C) PRIMEIRO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR

D) O HOMEM QUE INTRODUZIU A DEMOCRACIA DO PAÍS

E) O HOMEM QUE INTRODUZIU A ECONOMIA DE MERCADO.

F) O ÚNICO HOMEM QUE FOI PRESIDENTE ELEITO DUAS VEZES

G) O PRESIDENTE GUINEENSE MAIS RESPEITADO DENTRO E FORA DO PAÍS

Com todos estes atributos voçês pensam que podem apagar a história de NINO VIEIRA.
SEUS KATCHURIS DUDUS.

RESOLUÇÕES DA ANP COMEÇAM A SAIR PARA A SEMANA



ANP começou a discutir a actuação do actual governo de transição com o pontapé de saida para o sector dea educação. Os deputados da nação solidarizaram-se com os alunos e professores nesta segunda ronda de greves que vai na sua segunda semana consecutiva. Criaram uma comissão para elaborar uma resolução que espelhará a posição da ANP sobre a actual crise no sector do ensino público e que será submetida a resolução na próxima segunda feira e posteriormente entregue ao executivo.

GOVERNO ENTREGA 4 VIATURAS



O Governo de Transição esta a dar passos para a diminuição das dificuldades nos sectores da justiça e segurança nacional. 4 viaturas foram entregues hoje. Duas para os tribunais e outras duas para a esquadra dos sectores de Catio e de Tite.

ARISTIDES GOMES, Ex- 1º VICE-PRESIDENTE E EX-PRIMEIRO MINISTRO PREPARA-SE PARA REGRESSAR DE ARMAS E BAGAGENS PARA O PAIGC

Aristides Gomes, Ex-Primeiro Ministro e ex-Vice-Presidente do PAIGC que tinha
deixado o partido em 2008 para criar o PRID prepara-se para regressar ao PAIGC
este fim de semana. Esta notícia chegou a nossa direcção agora mesmo (12:30h) e
e estamos a tentar obter reacções da direcção do PAIGC.

AUMENTA A TENSÃO ENTRE A ANP & GOVERNO

Os deputados da nação podem produzir hoje uma resolução que espelha
a actuação do actual executivo e o nível de corrupção no aparelho de Estado.

Nota: O Progresso Nacional considera que este puxa-puxa, indau bu ka tornam
vai acabar mal. Um deles vai cair agora quem , só Deus sabe.