segunda-feira, 23 de março de 2015

GOVERNO QUER ANGARIAR 427 MILHÕES DE EUROS PARA PROJETOS PRIORITÁRIOS

A Guiné-Bissau pretende angariar na próxima quarta-feira 427 milhões de euros para projetos prioritários a serem desenvolvidos no país. Este valor diz respeito à documentação que o Governo guineense vai colocar em discussão em reunião com parceiros internacionais, que vai decorrer em Bruxelas.

O encontro é promovido pelo executivo eleito em 2014, que procura reconstruir o país lusófono após quatro décadas de golpes de Estado e instabilidade, o último dos quais em 2012.

O Governo, liderado por Domingos Simões Pereira e o Presidente da República José Mário Vaz, vai apresentar o plano operacional 2015-2020 com o objetivo de angariar financiamento para 100 projetos no valor de 427 milhões de euros.

Caso seja necessário apresentar uma seleção mais restrita, o documento destaca ainda 71 iniciativas no valor de 221 milhões de euros que «têm imperativamente que ser financiadas» por serem «pedras basilares» do país que se pretende edificar, realça o documento.

Esta primeira vaga inclui iniciativas para o período 2015-2016, com «prioridade para projetos ligados à Defesa, Justiça e reconciliação nacional» - como é o caso do fundo de pensões para militares -, considerados fundamentais para «virar a página» na história do país, acrescenta o plano.

Fonte: A Bola

JOMAV ENCONTRA-SE SABADO COM A COMUNIDADE GUINEENSE EM LISBOA

VIVA O PRESIDENTE ZOMAFU !!!

MARCOS GALINA ACÓLITO DE PUTO DOKA EMBARCA AMANHÃ PARA LISBOA COM MEDO DO PROGRESSO NACIONAL

Puto de Manchester agora vais ficar sozinho em Bissau,ahahahhah! Diz ao teu acólito
para não fugir porque nós não mordemos queremos-lhe conhecer pessoalmente para lhe
dar uma grande sova por falar mal do Progresso Nacional ou seja o Progresso de
todos os guineenses mesmo do nosso puto Dokinha.Progresso Nacional só não sabe
o que não quer.

O PUTO DE MANCHESTER ESTÁ TONTO POR TERMOS CHAMADO O NOME DO SEU ACÓLITO QUE ESCREVE POR ELE NO SEU BLOG

O nosso puto de manchester está super FURIOSO pá porque os nossos serviços
secretos conseguiram desvendar quem é o seu comparsa nessas andanças e agora
anda atirar para todos os lados.Puto de Manchester som pa sufri pabia anôs
tudo li DP1, DP2, DP3, DP4, DP5, DP6 e todo o povo da Guiné-Bissau já sabe que
quem escreve para ti é ele. Tu não escreves duas linhas sem dar erros, hihihihahahheh
houhuh!

PUTO DE MANCHESTER NUNCA SABERÁS QUEM SÃO OS VERDADEIROS
DETENDORES DO PROGRESSO NACIONAL. SE ACERTARES NUM JURAMOS
A PÉ JUNTOS QUE DAMOS A CARA. NÓS SOMOS COMO O PAULO GONZO
QUE NUNCA MOSTRA OS OLHOS E ANDA MEIO MUNDO A ESPECULAR SOBRE
OS SEUS OLHOS.

VAIS TER QUE MORRER COM ESTA DOR E ESTE SOFRIMENTO TODO.AHHAHAHAHAHHAHAHA!!!

MA DJINTIS DI PROGRESSO NACIONAL KA PARA NA CAMINHO BÔ. AHAHHA !

DESAFIO: BLOGGERS GUINEENSES VAMOS LÁ MOSTRAR AS ESTATISTICAS POR PAÍS E AÍ VEREMOS AS TRAPAÇAS TODAS



Agora é que são elas!

UNIVERSIDADE DE AVEIRO E GUINÉ-BISSAU ESTUDAM RESTAURO DE EDIFÍCIOS

VEJA AQUI

Técnicos da Universidade de Aveiro estão a estudar a possibilidade de ajudar o Governo da Guiné-Bissau no restauro de edifícios coloniais na ilha de Bolama, uma das antigas capitais da então província portuguesa, disse à Lusa fonte oficial.

Abu Camará, secretário de Estado do Ordenamento do Território guineense, adiantou à Lusa existirem conversações com a universidade portuguesa no sentido de “todos os edifícios coloniais, com valor arquitetónico” em Bolama serem restaurados.

Situada no arquipélago dos Bijagós, Bolama foi capital da Guiné até 1941, altura em que esse estatuto passou para Bissau, mas a cidade permanece conhecida pelos edifícios de traços marcadamente coloniais, votados ao abandono e em grave estado de degradação.

O Governo guineense pretende também aproveitar a experiência da Universidade de Aveiro para abrir em Bolama um curso de formação de jovens em matéria de restauração de edifícios.

“O trabalho requer uma especialização que nós não temos, por isso vamos trabalhar com a Universidade”, observou Abu Camará, uma ideia já defendida pelo primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.
O executivo guineense pretende intervir nos 38 setores do país, mas para já escolheu quatro cidades para projetos-piloto no âmbito de um plano de intervenção urbana “de grande vulto”, adiantou o secretário de Estado do Ordenamento de Território.

Um gabinete português de consultoria em arquitetura, a BO Associados, foi contratado pelo executivo guineense para apresentar um estudo de reabilitação urbana destas cidades e um plano geral para os demais setores.

Bolama, Cacheu (norte), Bafatá (leste) e Bissau, foram escolhidas pelo Governo como cidades piloto para levar a cabo uma série de obras de beneficiação de edifícios, ruas, esgotos e rede elétrica.
Em Bolama, Cacheu e Bafatá serão reabilitadas, pelo menos, cinco quilómetros de ruas com pavimento, observou Abu Camará.

Cada uma das três cidades será preparada para albergar novos polos de desenvolvimento.
Bolama será um polo universitário para formação de professores e turismo, Bafatá um polo agrícola e Cacheu albergará um polo universitário ligado ao turismo.

OPINIÃO: PREOCUPADO COM A SITUAÇÃO DOS JOVENS (EMPREGO JOVEM)

A Guiné-Bissau ainda precisa avançar na oferta de oportunidades de trabalho para os jovens. Apesar da situação relativamente mais vantajosa do País no cenário internacional e dos grandes avanços dos últimos 7 meses, em termos de um modelo de crescimento inclusivo que tem, entre suas principais características, a redução da pobreza e das desigualdades e da melhoria geral dos indicadores de mercado de trabalho, os jovens e as jovens guineenses ainda se encontram em uma situação de grande desvantagem.

Obs: Sou estudante guineense residente em Aveiro-Portugal  estou no ultimo ano do curso Técnico de Turismo Ambiental e Rural.

Melhores cumprimentos

Ass: Eulálio Júnior

GUINÉ-BISSAU E GÂMBIA PODEM ESTAR LIGADAS BREVEMENTE POR VIA MARÍTIMA ANUNCIOU ESTA SEGUNDA-FEIRA O DIRECTOR-GERAL DA AUTORIDADE PORTUÁRIA DA GÂMBIA EM DECLARAÇÕES À IMPRENSA

RESULTADOS DAS PARTIDAS DISPUTADAS FIM-DE-SEMANA REFERENTES A 10ª JORNADA DO CAMPEONATO NACIONAL DA PRIMEIRA DIVISÃO

-- Portos – E. N. Bissau, 0/1
-- Cuntum – Benfica, 2/6
-- Bijagós – Lagartos de Bambadinca, 2/1
-- Canchungo – Sporting, 1/0
-- Bafatá – Bula, 3/2
-- E. N. Bolama – UDIB, 1/1
-- São-Domingos – Balantas de Mansôa, 0/0


TODA A DELEGAÇÃO GUINEENSE JÁ SE ENCONTRA EM BRUXELAS

Estão neste momento a preparar as apresentações!

ESTÁ NO PAÍS PARA VISITA DE TRABALHO DE UMA SEMANA (22 A 28/03/15) UMA IMPORTANTE DELEGAÇÃO DA AUTORIDADE PORTUÁRIA DA GÂMBIA, CHEFIADA PELO SEU DIRECTOR-GERAL, MR LAMIN L. SANYANG À CONVITE DA SUA PARCEIRA DA GUINÉ-BISSAU - APGB

ASSINALA-SE ESTA SEGUNDA-FEIRA, DIA 23, DIA METEOROLÓGICO MUNDIAL, ESTE ANO SOB O LEMA, "CONHECER O CLIMA PARA AGIR".

FOI CRIADA A ASSOCIAÇÃO GUINEENSE DE MANDIOCA QUE TEM COMO OBJECTIVO MUDAR O HÁBITO ALIMENTAR NO PAÍS E COMBATER A FOME

Li Guiné-Bissau propri ? Li si mininu bonito i arruz!!! Hora ki alguim lanta dja i ta pensa
som na arruz!

AMI AMPLIA ESCOLA NA GUINÉ-BISSAU



A Assistência Médica Internacional (AMI) está a ampliar uma escola erguida pela própria organização em 2009, em Wato, na Guiné-Bissau. Atualmente, o estabelecimento de ensino, que recebe alunos do 1.º ao 6.º ano, está a ser aumentado, ganhando «mais duas salas de aula» com capacidade para acolher todos os dias «uma centena de crianças», informa a organização, em comunicado. Estes trabalhos de ampliação deverão estar «concluídos no final deste mês».

A AMI é uma organização humanitária portuguesa sem fins lucrativos, fundada a 5 de dezembro de 1984, que intervém em «situações de crise e emergência» e que combate «a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra» em todo o mundo, tendo já atuado em dezenas de países para onde enviou medicamentos e equipamento médico, alimentos, roupas, viaturas, geradores e centenas de voluntários.

domingo, 22 de março de 2015

JOMAV KU DSP PA DEUS DJUDA BÔS BÔ PAPIA DRITU KU BRANCOS PA É PUDI LAKATI

Terra ranka dja gora dé!!!

PRESIDENTE JOMAV RECEBIDO EM FESTA EM LISBOA. IMAGENS DO NOSSO ESTÚDIO DA CIDADE DE LISBOA



CHEGADA ESTA TARDE DO PRESIDENTE JOMAV A LISBOA TENDO COMO DESTINO FINAL A MESA REDONDA DE BRUXELAS

Todos os direitos reservados ao PN e por isso pedimos ao nosso puto de manchester para
não copiar e colar as fotos.Aqui está a prova de que a equipa do PN está em toda a parte
do mundo. O único blog que tem uma equipa bem constituída de pessoas competentes não
obstante o nosso puto de manchester agora ter criado uma equipa também para escrever no
seu blog.







O MUNDO TODO ESTÁ MOBILIZADO PARA A MESA REDONDA DE APOIO AS NOVAS AUTORIDADES GUINEENSES

Força guineenses vamos lutar todos por um país melhor. Vamos deixar os invejosos
pagos pela Câmara de Comércio continuarem a sua luta em vão.

A VITÓRIA É CERTA! O PROGRESSO NACIONAL ESTÁ A SUBIR DE VISUALIZAÇÕES
DIÁRIAS. PA REBENTA BOKA!

UMA VIDA

Fátima Proença, João José Fernandes, Susana Réfega, João Martins, João Rabaça e Mónica Frechaut são cidadãos globais que viraram a vida do avesso porque "estamos todos neste planeta e precisamos uns dos outros".

Fátima Proença, Directora executiva ACEP, 61 anos


Foi um dos maiores desafios que Fátima Proença já enfrentou: unir um conjunto de organizações, a maior parte das quais guineenses, e com elas persuadir o Governo da Guiné-Bissau a fechar a mais antiga esquadra da capital, que foi uma prisão, que era um “símbolo de opressão, de violência política”, e a cedê-la para que fosse transformada num espaço de cultura de direitos humanos.


O lugar, na parte velha de Bissau, desmonta, por si só, ideia feitas sobre a Guiné-Bissau — “um país que não funciona, sem instituições, à espera da ajuda internacional”. “Foi ali que encontrámos interlocutores, pessoas que querem lutar pela liberdade, pela justiça social e que se organizaram para isso”, diz.
A União Europeia nem sequer concedia financiamento para projectos de direitos humanos no país. O consórcio liderado pela Associação para a Cooperação entre os Povos (ACEP) e a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) obteve financiamento da Cooperação Portuguesa e abriu a Casa dos Direitos no início de 2012. Volvidos dois meses, houve um golpe de Estado. “Os dirigentes da Liga estavam lá dentro, o quartel-general estava mesmo em frente, os militares perseguiam pessoas na rua, mas ninguém foi lá procurá-los”, recorda. “A Casa dos Direitos já é.”

Não tinha uma relação próxima com a África imaginada, como era comum no Portugal da década de 1970. “Não tinha necessidade de defender uma África que tinha que ver com Portugal.” Contava 18 anos quando começou a colaborar com o Boletim Anti-Colonial. A sua primeira tarefa foi dactilografar um relatório sobre o massacre de Wiriyamu (Moçambique, 16 de Dezembro de 1972).


Entrou no sector da ajuda ao desenvolvimento por via do Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral, actual Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), associação nascida logo em Maio de 1974, na sequência da luta pela libertação. Começou como voluntária.
“Foi um processo natural”, diz Fátima Proença. Não teve, como tantos outros, de fazer um corte violento com a família, com a profissão ou com o país. “O que sou hoje tenho sorte de ter começado a ser em pequena, quando a minha mãe me contava histórias sobre um mundo longínquo.”

Aterrou pela primeira vez em África em 1983. Ia passar dois meses em Bissau a dar formação sobre documentação a técnicos das Forças Armadas e dos vários ministérios. “Foi um dos maiores processos de crescimento que vivi”, conta. Esforçou-se para “entender um país, uma cultura, que só conhecia em teoria, à distância”. E percebeu que iria ficar ligada a África para sempre.

Regressou mais depressa do que pensava. Regressou volvidos dois anos, com o marido, para passar um ano inteiro a trabalhar como cooperante do Estado português. “Trabalhei num projecto novo, o início do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa da Guiné-Bissau, com pessoas fora de série, que me ajudaram a perceber quais eram os meus limites, do que era ou não capaz.”

Era grande a tensão na Guiné-Bissau em 1985-1986. Houve uma tentativa de golpe de Estado que culminou com detenções, torturas, fuzilamentos. Tentando sentir a espessura das coisas, Fátima Proença enquadrava tudo no processo de transição da luta armada pela independência para a construção de um estado civil. “Há ali uma legitimidade ao nível das armas que é difícil de transformar…”

Há 30 anos, o sector estava a despontar em Portugal. A Plataforma Portuguesa das Organizações Não-Governamentais de Desenvolvimento foi formada por 13 entidades com mais desejo do que experiência de acção humanitária e cooperação para o desenvolvimento. Coordenava-a Eugénio Anacoreta Correia.

Fátima Proença pediu reforma antecipada ao Ministério do Comércio, onde começara a trabalhar ainda estudante de Economia, e dedicou-se a tempo inteiro ao CIDAC. Só de lá saiu em 1996, a caminho da ACEP, que fora criada para trabalhar na integração dos imigrantes africanos em Portugal e ambicionava passar a actuar nos seus países de origem.


Era mais uma etapa do mesmo caminho. Ia ajudar a construir sociedades mais democráticas, mais abertas aos “outros”, nos países de língua oficial portuguesa. Ia fazê-lo numa lógica de “educação para a igualdade”, não de “tolerância paternalista”. Partia do princípio de que todos podiam ajudar a “fazer mudança”. E ainda parte. “Não queremos falsos êxitos alimentados por pessoas que estão de passagem, que têm de fazer as coisas a correr”, explica. “As pessoas que estão lá têm de ter as rédeas, têm de dominar os processos, têm de estabelecer connosco uma relação de poder dizer ‘não’.”


Através dos seus projectos de comunicação, que amiúde envolvem jornalistas e artistas, a ACEP tenta fortalecer laços entre ONG, sensibilizar opiniões públicas, desmontar visões simplistas. “Não temos uma pressa desalmada de mostrar resultados, até porque muitas vezes os nossos resultados são invisíveis. Têm que ver com o que está na cabeça das pessoas, com capacidade de arriscar, de trabalhar em conjunto. E isso leva tempo. Temos de conquistar esse tempo. Com tempo, podemos cozer um elefante numa panela.”
Pode ser estafante. Há uma “pesada carga burocrática e administrativa” relacionada com obtenção de financiamento, sobretudo, junto da União Europeia, mas também nas instâncias nacionais. E isso, diz, “exige um profissionalismo que desvia do que deve ser o centro da actividade”.


Talvez fosse mais fácil se trabalhassem em áreas mais palpáveis como a vacinação ou a distribuição de comida. Nunca foram por aí. “Somos uma associação de gente que trabalha com associações de gente que tem o mesmo tipo de preocupação que nós. Somos cidadãos a tempo inteiro, digamos assim. Procuramos tornar algumas utopias possíveis.”




João José Fernandes, Director Executivo Oikos, 45 anos
 
Na década de 1990, quando João José Fernandes começou a trabalhar, era clara a divisão Norte-Sul. “Os problemas de desenvolvimento viam-se nos países do Sul, embora relacionados com a ordem internacional, a que as políticas de comércio dos países do Norte não eram alheias.”


Foi com base nessa visão do mundo que se delinearam os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio, aprovados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, agora prestes a expirar. Não por acaso, os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, que estão a ser aprimorados para a assembleia geral de Setembro, destinam-se a todos os países, ainda que com metas distintas.


Onde já vai o mundo da juventude de João José Fernandes. Quase não havia ONGD no Portugal dos anos 1980 em que ele se fez seminarista. “O seminário era o mais parecido que havia”, diz. Problema: queria ajudar a construir um mundo sem pobreza nem injustiça, mas não queria evangelizar.


Crescendo na fronteira luso-espanhola, via melhor canais espanhóis do que portugueses. Atraía-o mais a América Latina do que África. “Era um território efervescente, quer em termos políticos, quer teológicos.” Saiu do seminário, decidido a ir para o Peru. Queria trabalhar com comunidades indígenas, nos Antes, no pico dos confrontos entre militares e guerrilheiros do Sendero Luminoso.


Tratou de adiar o serviço militar obrigatório. De repente, chegou-lhe às mãos uma carta de divulgação dos Leigos para o Desenvolvimento, organização católica que actua através de voluntários. Entusiasmou-se: em 1990, estava em São Tomé e Príncipe a viver as primeiras eleições multipartidárias e ele a ensinar Filosofia a adultos no Instituto Diocesano de Formação João Paulo II.



Era certo o seu gosto pela ajuda ao desenvolvimento, mas tinha de terminar os estudos teológicos e filosóficos iniciados em Évora. Durante anos, conciliou-os com o apoio, ainda que à distância, às missões dos Leigos para o Desenvolvimento em África. Depois, entrou na Oikos — Cooperação e Desenvolvimento.
Naquele ano, 1994, o sector deu alguns passos decisivos: a Assembleia da República aprovou a primeira lei das ONGD; nasceu o Instituto de Cooperação Portuguesa, a quem cabia propor e executar a política de cooperação portuguesa, funções desde 2012 exercidas pelo Instituto Camões.


Associação ecuménica fundada em 1988, a Oikos dedica-se à acção humanitária, à cooperação para o desenvolvimento, à influência pública. João José Fernandes entrou no gabinete de projectos. “Participei na abertura de uma série de missões, como a das Honduras, a de Timor-Leste, a de Cuba.”
Depressa assumiu a liderança dos projectos. Desdobrava-se em contactos. Supervisionava equipas. “Era solteiro. Trabalhava fora de horas, não tinha fins-de-semana, viajava com frequência. A partir de certa altura, temos de encontrar equilíbrio entre o que fazemos e o que somos…”


Abrandou ao tornar-se director executivo, já lá vão dez anos. Tem hoje “menos responsabilidades operacionais e mais responsabilidades de gestão”. E a verdade é que, depois de “tantos anos de hiperacção”, na redução da pobreza, na prevenção de catástrofes, na segurança e soberania alimentar, no desenvolvimento rural, na prevenção, adaptação e suavização das alterações climáticas, sentia que precisava de reflectir. Inscreveu-se num doutoramento sobre alterações climáticas e políticas de desenvolvimento sustentável e está a trabalhar numa tese sobre segurança alimentar. E, pela primeira vez, está a devotar mais atenção a Portugal.

Os donativos em Portugal estão a baixar desde o início do século. A partir de 2008, com o adensar da crise económica e social, as ONGD começaram a ouvir perguntar: “Por que não fazem trabalho social em Portugal?”


Sim, o mundo mudou. Emergiram economias a sul. Ganharam visibilidade bolsas de subdesenvolvimento a norte. E na Oikos uma escolha teve de ser feita: “Insistir no discurso de sensibilização para a cooperação para o desenvolvimento baseada no paradigma Norte-Sul ou repensar tudo. Como outras ONGD, alargou a acção a Portugal. Está, por exemplo, a fazer inquéritos e análise documental para lançar as eventuais bases de uma política pública multissectorial (agrícola, educativa, social, ambiental, saúde) destinada a garantir o direito à alimentação adequada. E a criar respostas práticas que passam pela agricultura familiar e pelos circuitos curtos de comercialização.


“Em Portugal, não há uma estratégia integrada de segurança alimentar e nutricional”, diz. É o único membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa sem um plano desse tipo. “Que respostas existem? Bancos alimentares e cantinas sociais [para assegurar que todos têm duas refeições por dia]. Algo não está certo…”


João José Fernandes espera que o Ano Europeu do Desenvolvimento, que agora se assinala, sirva para encarar esta nova realidade. “Ou conseguimos discutir o desenvolvimento como um todo ou dificilmente em países como Portugal o debate será feito”, acredita. As preocupações dos portugueses estão viradas para dentro. “Ao mesmo tempo que reivindicamos solidariedade do Norte da Europa connosco, também temos de reivindicar solidariedade de Portugal com outros parceiros. Isto não é só receber.”




Susana Réfega, Directora executiva FEC, 42 anos


Anima-se, em particular, com o trabalho que está a fazer na educação. “Sendo um sector muito clássico e convencional, tem grande impacto na vida das pessoas, dos países.” “A Guiné-Bissau, por exemplo, tem muitos professores sem formação. Muitas vezes, começam as frases em português e acabam-nas em crioulo.” A língua portuguesa, sendo oficial, é pouco falada no país. Cada grupo étnico tem o seu dialecto e a língua franca é o crioulo. “Os miúdos chegam à escola sem saber falar português, sem nunca terem estado num contexto educativo.”


A Fundação Fé e Cooperação (FEC), fundada em 1990 pela Conferência Episcopal Portuguesa e outras estruturas católicas, dá formação a professores, a directores, a inspectores integrados no sistema de ensino formal na Guiné-Bissau. O programa inclui matemática, ciências, português, pedagogia, educação para a cidadania e para a paz. “Durante anos, trabalhámos só no ensino básico. Há quatro anos, começámos a trabalhar na educação de infância. Agora, no ensino secundário.”


Nem sabe como tudo isto começou. Ainda miúda, depois da missa, ouvia missionários de barba comprida a falar em missões distantes. De vez em quando, dava por ela a trautear canções feitas para combater grandes fomes. Do They Know It’s Christmas?, gravado no Reino Unido. We Are The World, gravado nos EUA. Um abraço a Moçambique, gravado em Portugal. “Não houve uma revelação”, diz. “Isto é um puzzle que se vai construindo.” Tanto que se imaginou a cuidar de vacas e de bezerros. Estudou Medicina Veterinária. E ainda exerceu dois anos antes de perceber que talvez se tivesse enganado.


Começou a fazer voluntariado no início do secundário. Escreveu cartas a presos políticos no Chile, então debaixo do poder ditatorial de Augusto Pinochet, visitou doentes no Hospital Dona Estefânia, perto da Faculdade de Medicina Veterinária, e entreteve miúdos na Casa do Gaiato. Tinha uma enorme vontade de ser útil e sentia que em África podia fazer uma diferença maior.

Inscreveu-se n’ O GAS’África — Grupo de Acção Social em África e Portugal e preparou-se para avançar para Angola. Não foi logo. A guerra civil intensificou-se. Passou o Verão no Bairro da Serafina, em Lisboa. “Foi uma grande lição”, sem sair da sua cidade, estar numa “realidade completamente desconhecida”. “Percebi que é indiferente o sítio onde se está desde que se faça alguma coisa.”

Decorria 1997 quando partiu para Angola. Foi com os Leigos para o Desenvolvimento. O domínio religioso não lhe fazia confusão. “Para mim, fazia sentido associar a dimensão de fé”, recorda. Tinha por missão montar um aviário em Benguela. “Havia assaltos a tudo o que era produção animal.” Pôs-se a trabalhar com mulheres num bairro feito de gente que fugira aos confrontos. “Foi um baque”, recorda. “Nunca tinha estado em África. Atirei-me de cabeça. Fui por dois anos.” Estava dentro de um perímetro de segurança, mas senti muito a pressão da guerra civil. Os pais viviam numa inquietação permanente por causa dos combates, das doenças, das não notícias. “É preciso ver que na altura não havia telemóveis. No primeiro ano, não tínhamos Internet.”
Entrou tanto naquela realidade que só com muito custo se readaptou à Europa. E ainda fez um doutoramento em parasitologia antes de abandonar por completo a veterinária e se entregar à cooperação para o desenvolvimento. “Eu queria sentir que o que estava a fazer me fazia sentido, era útil, honesto, sério.”
Fez um mestrado em cooperação, desenvolvimento e ajuda humanitária em França. E trabalhou na Delegação Católica para a Cooperação (França), na Agência Católica para o Desenvolvimento no Exterior (Reino Unido) e na Cooperação Internacional no Ministério da Saúde (Portugal).


Não haverá na Europa melhor sítio para trabalhar do que o Reino Unido. “Há muita massa crítica, muito cruzamento entre mundo académico, organizações não-governamentais, sector público”, esclarece. Só que era em Portugal, onde o sector é mínimo e quase todo virado para o mundo lusófono, que ela e o marido queriam ver crescer os dois filhos. Queriam que tivessem avós, tios, primos.


Não tardou a regressar a uma organização católica. “Tenho um perfil de sociedade civil”, diz. Recebeu um convite para a FEC, para projectos nas áreas da educação, da saúde e da capacitação institucional. “Na sociedade civil há mais liberdade — não de meios, mas de fazer coisas.”


A ONGD conta com 15 pessoas em Lisboa e outras 50 em Bissau, onde, “pela instabilidade política e a dificuldade em encontrar organizações sólidas”, faz muito trabalho directo. Em Angola têm só um representante. Em Moçambique, outro. E Susana Réfega não está confinada ao escritório, embora saia muitíssimo menos do que antes de se ter tornado mãe. “Todos os anos tenho feito pelo menos uma missão”, assegura. Precisa disso. Gostava que o Ano Europeu do Desenvolvimento servisse para se perceber o que isso é. “Estamos todos neste planeta. Precisamos uns dos outros.”
João Martins, Director executivo ADRA, 39 anos


Aterrou em Luanda a 27 de Março de 2009. Devia seguir para Malanje, mas a cidade foi cercada por elementos da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). Teve de esperar três meses. Pôs-se a trabalhar nos campos de refugiados, onde a Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência (ADRA) fazia distribuição alimentar e educação infantil. Embarcou no primeiro voo humanitário. “Encontrámos uma situação indescritível. Tínhamos um raio de 20 quilómetros para nos movimentarmos. De resto, havia perigo de bombardeamentos desde que o sol se punha até que nascia. Vi crianças, mulheres, homens a morrer de fome. Uma cidade de 70 mil pessoas tinha mais 300 mil vindas de outras partes.”


Foi uma estreia dura aquela a que João Martins teve direito. Sentia que só havia duas hipóteses: reagir e socorrer quem tanto precisava ou horrorizar-se e fugir. Reagiu. Outros fizeram o mesmo. Aliaram equipas da ONU e de várias ONGD. “Montámos um programa. Cada um ficou com um plano de acção. A ADRA ficou com um projecto na área da saúde e outro na área da nutrição infantil.”


Para lá do horror da guerra, chocava-o a “hipocrisia”. Não era só o violento confronto entre a UNITA e o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Havia ali uma forte intervenção estrangeira. Angola foi uma espécie de palco da Guerra Fria e teve impacte no Congo e na Namíbia. “Era tudo uma questão de interesses”, diz. “As pessoas morriam de fome ou bombardeadas porque havia outros estados que estavam a tirar de lá recursos, petróleo ou diamantes, ao desbarato. Portugal vendia fardas, mas a África do Sul, os Estados Unidos, a Rússia…”


Tudo aquilo mexia com as suas entranhas. “Via passar grandes tanques, que destruíam estradas”, conduzidos por estrangeiros, e perguntava-se se estar ali, ainda que a prestar ajuda humanitária, de certo modo não era compactuar com tudo aquilo. Ao regressar a Portugal, afastou-se daquele universo.
Licenciado em Gestão de Empresas, João Martins começou a trabalhar numa multinacional de uma área em expansão, a informática. Tinha um bom salário e, ao mesmo tempo, um grande vazio. “Não me motivava saber que estava a contribuir para uns accionistas ganharem muito dinheiro. Achei que era interessante desenvolver a minha formação na área da cooperação para o desenvolvimento. Fui para Inglaterra fazer Mestrado em Estudos de Desenvolvimento Aplicados.”

Valorizaram-no no retorno. “Fui contactado por várias ONGD. Fui para São Tomé, para o Iraque… Entretanto, a ADRA falou comigo. Primeiro, fiquei responsável pela parte financeira e pelos projectos internacionais. Depois, fui convidado para assumir a direcção”, recorda. Foi há quase dez anos. João Martins tinha 30.


Era “um grande desafio”. A ADRA existe em 125 países. Atendendo a tal critério, é uma das maiores ONGD do planeta. Poder-se-á pensar que isto facilita o acesso aos fundos internacionais, mas não. Ainda que trabalhem em rede, mantêm independência. “Os conselhos de administração são nacionais. Cada ADRA está registada no seu país como ONGD nacional.”


Unem-se para responder a desastres naturais ou crises humanitárias ou para montar projectos de desenvolvimento comunitário. O vírus do Ébola na África Ocidental, por exemplo, está a ocupar diversas equipas. Uns distribuem alimentos a pessoas de quarentena, na Libéria. Na Serra Leoa, outros desenvolvem um programa de descontaminação para prevenir o avanço do vírus.

Entre as iniciativas portuguesas, nada parece gerar mais orgulho a João Martins do que o projecto das bibliotecas escolares em São Tomé e Príncipe. Numa primeira etapa, a ADRA-Portugal divulgou a iniciativa, recolheu livros infantis e didácticos e outro material escolar. Numa segunda, São Tomé fez a distribuição pelas escolas.

Ainda há pouco lá esteve. Aprofundaram a intervenção com crianças do ensino primário das escolas de Vila José e Ribeira Funda — tratam de distribuir uniformes aos alunos, de lhes providenciar duas refeições diárias, de apoiar as suas actividades. Mas não lhe falta trabalho por cá. Com a crise a galgar, a ADRA, como outras ONGD, decidiu agir em Portugal. “Começamos com apoio alimentar a famílias carenciadas, mas temos progredido e já temos projectos de formação, de capacitação.”

João Rabaça, Director comercial da CESO, 39 anos

Critica “o voluntarismo do ‘vamos construir poços em África’”, critica “o voluntarismo do ‘vamos dar água às pessoas’”, critica “o voluntarismo do ‘não vamos pensar muito na manutenção’”. A João Rabaça, vem-lhe à memória São Tomé e Príncipe e os seus inúmeros fontanários abandonados. É um princípio. “Não basta construir uma escola, pintá-la, dizer: está feito. É preciso pensar: É sustentável? Consegue perdurar? Como se pagarão os professores e a alimentação das crianças? Vamos recorrer à ajuda internacional? Pode ser, mas, como modelo de longo prazo, não funciona.”

Que não haja equívocos. Não nega a importância das acções de emergência. Aprendeu que cooperação para o desenvolvimento é outra coisa. “Não acredito na bondade pela bondade, na doação pela doação. Uma coisa é o cidadão comum fazer uma doação e outra coisa é quem tem obrigação de a transformar limitar-se a transferi-la. Nisso não acredito. Nisso nunca acreditei.”

Veio de outro mundo. Licenciou-se em Biologia. “Queria mergulhar.” E mergulhou, mergulhou logo. Foi investigador de ecologia marinha, em Sines. Mas não, não era aquilo. “Na Biologia faltavam pessoas.” Não se livrou de um elemento. “Acabei quase sempre por cair dentro de água.”

“Há um magnetismo”, confessa. “Não consigo aceitar que em 2015 haja pessoas que não têm acesso a água e a saneamento. Temos carros, telemóveis, aviões, todo um sistema mundial de produção, e há pessoas sem água? É tão elementar que é irreal. Tem sido esse o enfoque do meu trabalho.”

Vem-lhe à cabeça uma imagem que captou no Cazenga, um bairro da periferia de Luanda. “Era a altura das chuvas. Numa avenida larga, um camião com lixo a sair. É uma metáfora. Todo aquele lixo no meio da água. A água é importante e as pessoas não têm água, a água está com o lixo.”

Frequentava a Universidade de Évora quando se interessou por algo que não conseguia ainda identificar, que só mais tarde percebeu ser “cooperação para o desenvolvimento”. Participou num projecto na área científica, com o Museu de História Natural de Maputo. “Ficou-me esta coisa...” Mas o que fazer com ela? Em Portugal, o sector permanecia “um submundo”. Como entrar?

Testou as suas capacidades na comunicação de ciência (trabalhou no jornal Água e Ambiente), só que “a coisa” continuava dentro dele, a remoer. “Há uma dimensão política. Não no sentido da política partidária, no de compromisso que cada um pode assumir enquanto cidadão do mundo. O mundo não é só Lisboa, Portugal, Europa. Esquecemo-nos muitas vezes que a responsabilidade de cada um vai para além de nós enquanto cidadãos de uma cidade, de um país, de um continente.”

Decidiu voltar a estudar. Fez as malas e rumou a Inglaterra para frequentar um mestrado que lhe permitia relacionar recursos naturais e pobreza, agricultura e desenvolvimento rural. As portas abriram-se. Empregou-se na Alemanha, na ICELI — Local Governments for Sustainability, uma rede de municípios com escritórios em diversas partes do mundo. Entusiasmou-se com um projecto de cooperação destinado a promover a participação de governos locais na gestão de recursos hídricos — Moçambique, Zimbabwe, Botswana e África do Sul. Viajou várias vezes, sem meter as mãos na massa. “Era um projecto de investigação para desenvolver ferramentas de trabalho.” Só passou à acção directa quando voltou a Portugal e começou a trabalhar na TESE-Associação para o Desenvolvimento.

Marcou-o Bafatá, na Guiné-Bissau. “Foi um dos primeiros projectos com uma certa dimensão que a TESE teve”, conta. “Numa cidade de cerca de 30 mil habitantes, as pessoas abasteciam-se no rio, numas fontes em mau estado. Hoje, há um centro de distribuição e a água é paga. A água é um serviço, deve ter um pagamento, o que não quer dizer que toda a gente deve pagar ou pagar o mesmo.”

Há todo um debate sobre ONGD. João Rabaça não quer ir por aí: “Há gente mais pragmática, menos pragmática, mais comprometida, menos comprometida em todo o lado. O que não há, se calhar, é gente tão comprometida e situações tão sem sentido como esta de haver tanta gente sem acesso a água.”

Já não trabalha numa ONGD. Mudou-se para uma empresa de consultadoria, a CESO — Development Consultants, com sede em Lisboa. Acredita “em transferir serviços ou capacidade de prestar serviços” e, de certo modo, é isso que continua a fazer. “Ajudamos a desenvolver ferramentas, competências técnicas, estudos que permitem aos estados reforçar a actuação e com isso promover o desenvolvimento.” Também ajudam a gerir a ajuda ao desenvolvimento, essa transferência de verba que “decorre de uma responsabilidade global que temos enquanto pessoas”.


Mónica Frechaut, Mediadora cultura do CPR, 36 anos


Quando vai às escolas, os mais pequenos perguntam-lhe por que fogem as pessoas. Mónica Frechaut fá-los pensar em variáveis como etnia, nacionalidade, religião. “Se existem tantos refugiados no mundo, por que Portugal tem tão poucos?” Ela mostra-lhes o mapa, fala na distância a que o país está dos principais conflitos. “Ficam um bocado surpreendidos quando digo que alguns apanham um avião. Têm ideia de que os refugiados vêm todos de barco, não têm condições económicas, vêm de países africanos. Desconstruímos essa ideia. Dizemos que o refugiado pode ser qualquer um. No fundo, nunca sabemos quando é que podemos ser perseguidos, quando é que o Estado deixa de nos proteger, quando temos de procurar um lugar seguro.”


Cresceu no Bairro da Bela Vista, em Setúbal. Conviveu com o preconceito, a discriminação. Viu efeitos disso tudo nas relações entre pares, nas repartições públicas, no acesso ao mercado de trabalho. Ainda estudante de Psicologia, entrou no movimento anti-racista. Na hora de fazer a tese, quis estudar o racismo. “Como é que uma pessoa é racista?”, perguntava-se. “Tem que ver com esquemas mentais, com a forma como formamos impressões sobre outras pessoas. E tem que ver com experiência pessoal. Muitas vezes, não têm conhecimento, não olham para os outros como indivíduos mas como membros de grupos. Têm ideias preconcebidas, fazem generalizações.”


Ainda fez investigação no ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa, dois anos antes de Teresa Tito Morais a convidar para o Conselho Português dos Refugiados (CPR), uma ONGD fundada em 1991 com dois trabalhadores, alguns voluntários e o patrocínio da Agência da ONU para os Refugiados — ACNUR.
Tinha andado a estudar migrações. Tinha-se debruçado, ainda que pouco, sobre a problemática das mulheres refugiadas. “Já conhecia os desafios. Já conhecia as diferenças brutais que existem entre imigrante e refugiado, entre deixar um país de forma voluntária e deixar um país porque se é obrigado, porque não garante a segurança, o respeito pelos direitos humanos.”


Pode não ser óbvio, mas existem pontes entre migração forçada e desenvolvimento. Desde logo, “o ‘mau desenvolvimento’ é gerador de refugiados”. Há sempre gente a fugir “quando não há processos democráticos, quando falta liberdade, quando falta respeito pelos direitos fundamentais”.


Um afluxo pode gerar tensão na região. Na sequência do conflito que se arrasta há cinco anos, 620 mil sírios refugiam-se na Jordânia, por exemplo. Ainda há pouco, o alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, disse que tal suscita uma “pressão dramática na economia e na sociedade do país”.


“É um exercício de solidariedade, de partilha de responsabilidades”, salienta Mónica Frechaut. “Faz sentido que os países europeus se possam comprometer mais na reinstalação de refugiados”, prossegue. É uma solução prevista pelo ACNUR, quando não é possível o retorno voluntário ao país de origem nem a integração no país de acolhimento. Há uma quota por país. Portugal comprometeu-se a receber até 30 por ano. No ano passado, ficou-se pelos 14. No ano anterior, pelos 29.


Os números são sempre baixos em Portugal. No ano passado, houve 442 pedidos de protecção internacional nos postos de fronteira ou no território nacional: 279 foram admitidos — 19 com estatuto de refugiado (Irão, Arménia, Marrocos, Rússia, Quénia) e 89 com autorizações de residência por razões humanitárias (Ucrânia, Paquistão, Guiné-Conacri, Eritreia).


“É importante dar ferramentas ao nível da educação, dar formação a estas pessoas”, diz. “Um dia, podem querer voltar aos seus países de origem e podem ajudar a reconstruí-lo, podem ser centrais no seu desenvolvimento. Tudo o que Portugal lhes oferecer está a oferecer ao desenvolvimento.”


Até pelo número diminuto, pouco se sabe sobre refugiados. “Cabe-nos tentar que a população esteja mais esclarecida”, refere. Dedica-se à informação pública. Auxilia jornalistas. Faz sessões nas escolas. E, de certa forma, é como se voltasse ao princípio. “A questão da discriminação é um problema e é transversal. Tentamos sensibilizar os mais jovens para os problemas dos refugiados em particular. As crianças e os jovens interessam-se e isso é importante para se criar uma cultura de respeito.”

Fonte: Público

A COMUNIDADE GUINEENSE ESPALHADA NOS PALOPS ESTÃO A TORCER PARA QUE A MESA REDONDA DÊ CERTO

Muito obrigado, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé!

sábado, 21 de março de 2015

UM JORNALISMO DE RIGOR, RESPONSABILIDADE, TRANSPARÊNCIA E ISENÇÃO

Progresso Nacional que passou também a ser internacional continua na linha da frente
da informação. Li gora ku nô ta mata mamé di autor hora ku nô fala kuma nô sta na linha
da frente da informação.

PAIGC FRANÇA APOIA A MESA REDONDA DE BRUXELAS





O PAIGC Secção - FRANÇA apoia a iniciativa do nosso Governo para a realização da  "Mesa Redonda" do dia 25 de março de 2015.

O contexto actual oferece uma enorme perspectiva de paz definitiva rumo ao desenvolvimento para a Guiné-Bissau.
A nossa participação no "Fórum Nacional de Partilha da visão 2025" realizado em Bissau no dia 10 de março de 2015, demostra a importância de nos mobilizar e de apoiar incondicionalmente o nosso Governo nesse exercício tão importante para toda a Nação Guineense.
Foi neste contexto que associou a Diaspora como um dos principais actores e promotores de desenvolvimento.

O sucesso da Mesa Redonda permitira, em fim, ao Governo realizar os projectos e programas de desenvolvimento; melhorar as condições do Estado e combater a miséria social.

Com o apoio dos principais parceiros econômicos da Guiné-Bissau nessa fase decisiva da sua historia, o governo poderá realizar os seus programas e atingir os seus objectivos de desenvolvimento sustentável do pais.

A esse efeito, esperamos que a Comunidade internacional apoiara massivamente o Governo de Domingos Simoes Pereira e a Republica da Guiné-Bissau para a realização de seu programa e perspectivas : Visão 2025.

Esta iniciativa representa uma esperança imensa para o povo da Guiné-Bissau depois de tantos sofrimentos.

Por isso, pedimos a todas as forças politicas, instituições e as populações Guineenses de se unirem para o sucesso da Mesa Redonda !

Paris dia 21 de março de 2015

Jorge Albino Monteiro
Presidente
Direcção PAIGC_Secção FRANÇA

PORQUE SERÁ QUE DESDE A NOSSA DENÚNCIA SOBRE O ACÓLITO DO DOKA ELE NUNCA MAIS ESCREVEU ?

Puto de Manchester por favor não parem de escrever!!!

Brevemente no seu e nosso blog os encontros em Queluz entre:

Doka, Marcos Galina, Luis Pinto e Braima Camará!!!

O Progresso Nacional  sabe tudo o que acontece.

OBRIGADO PORTUGAL PELO LABORATÓRIO! NÓS TEMOS UMA HISTÓRIA COMUM E POR ISSO TEMOS QUE CAMINHAR JUNTOS


Depois de dois anos de relações diplomáticas cortadas, Portugal retoma a cooperação com a Guiné Bissau, onde ficou já um laboratório móvel de diagnóstico do vírus ébola oferecido pelo Governo português, que vai começar a funcionar já na segunda-feira.

Pela proximidade das suas fronteiras com países expostos ao vírus ébola, a Guiné Bissau é um país de risco, com grandes dificuldades económicas para fazer face a um eventual surto.

O Governo português quis ajudar e, no terreno, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, que durante a última semana esteve no território, deixou um laboratório para diagnóstico da doença.

Uma equipa do INEM está também no terreno a dar formação sobre a melhor forma de actuar, como refere Luis Meira, chefe de equipa. “Há um aspecto fundamental em termos de resposta a um eventual surto de ébola: é ter capacidade de diagnóstico para se poder confirmar efectivamente se os casos suspeitos são ou não a doença do vírus da ébola. Isto, o laboratório vai conseguir fazer com este equipamento.”

Na Guiné, o ministro da Defesa assinou um acordo de cooperação técnico-militar no valor de 280 mil euros, mas até 2018, em todas as áreas, a ajuda portuguesa vai ser de 40 milhões de euros.

Aguiar-Branco referiu que a cooperação com países da CPLP é importante, e aqui ganha expressão porque se trata de salvar vidas. “Como sabemos, o recurso mais importante que um país tem são os seus recursos humanos, as suas vidas, são as suas pessoas.”

Fonte: Sapo

RUAS DI BISSAU NA KUMPUDU TRÁS DI UMTRU!

CÂMARA MUNICIPAL STA DI PARABÉNS! MÁ BÔ TEMPASSENSSA BÔ DJANTI
PABIA TUDU LADO KU BU BAI BU KA PUDI IANDA. KILIS KU TENÉ CARRO
É MA MUFUNANÁM.

ALI TEMPO DE MANGO DI FACA TCHIGA DJÁ. ALI MATA CABEÇA KU MANGO DI FACA NA KUNSSA

Nha ermons nô bai na mango ? 1000 franc 1 mango di faca. Krédiiii! Náaa mindjer garandi
raparti um bokadu. Ké bu pensa kuma néss mango ku na kumpu kassa djannan. I stá bom dan
ki ku tené.

AI KILA GORA DÉH! AI IÉL DÉH!!!

O ÚNICO ELEMENTO DO PROGRESSO NACIONAL PRESO FOI POSTO EM LIBERDADE

Depois de 3 dias em cativeiro por mafiosos da nossa praça um DP foi posto em liberdade
esta manhã. Pretendemos dar uma conferência de imprensa na próxima semana para
denunciar todos os factos.

Puto di Manchester anôs i prussor na ki escola ku bu bai nel. Si abô pó bu na sibi
kuma anõs i bissilon.

PELA PRIMEIRA VEZ O BLOG PROGRESSO NACIONAL CONSEGUIU ULTRAPASSAR O DITADURA DO CONSENSO EM TERMOS DE VISUALIZAÇÕES DIÁRIAS

AAS abô i nô garandi i nô ka misti tené nada ku bô pabia abô i lider bá até nô chegada
i dipus nô tené grandi admiração pa bô. Nô contenti manera ku ta corriginu pabia anôs
nô ka mama lingua di branco suma bô.

Gossi nô djunta Progresso Nacional ku Internacional suma manera ku bô misti bá i aóss
ninguim ka pudi paranu.


NÔ BAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII. PA REBENTA BOKA!!!!!!!

AAHHHAHAH  PROGRESSO NACIONAL É QUE ESTÁ A DAR.

BUENOS DIAS EL PUEBLO GUINEEANO

Estamos a emitir dos nossos ESTÚDIOS da cidade de Bissau.

O QUE É NACIONAL É BOM! O PROGRESSO 
NACIONAL É BOM


sexta-feira, 20 de março de 2015

FOTOS DA CHEGADA DA DELEGAÇÃO A LISBOA

UM MAR DE GUINEENSES FORAM HOJE ESPERAR PELA DELEGAÇÃO QUE
VAI PARA A MESA REDONDA.




PROGRESSO NACIONAL NA LINHA DA FRENTE DA INFORMAÇÃO

ACÓLITO DO PUTO DE MANCHESTER

Vocês sabem quem é o acólito do Doka? Chama-se Marcos Galina. Vive em Portugal, em Belas-Samaritana. Neste momento, encontra-se em Bissau a convite do Ministro Baciro Dja, e está a hospedar no hotel Malayka, durante a campanha para o Congresso de Cacheu, foi apoiante fervoroso
do Braima Câmara. Bo avisal...

Vamos continuar a denunciar os bandidos.


Anónimo

FORÇA GUINÉ-BISSAU

Infelizmente, a maioria das pessoas ficaram a espera da comitiva nas chegadas, e eles saíram na
porta VIP do aeroporto da Portela, foi emocionante, e o corpo da PSP, fizeram um grande
trabalho, escoltaram DSP e a comitiva, nim mosquito cá toca elis, pronto, suma ku nó cibi,
DSP ku si simpatia, i bim comprimenta tudo povo ku staba na si espera... Matchu i Matchu som...

Anónimo

OBRIGADO JAPÃO PELO DONATIVO DE 1,5 MILHÕES DE USD

Pa Deus djuda bôs!!!

ÁGUA POTÁVEL REGRESSA A CATIÓ 42 ANOS DEPOIS DA INDEPENDÊNCIA

Mais de 5 mil pessoas irão beneficiar desta iniciativa.

PROJETOS DA FUNDAÇÃO ABBÉ PIERRE NA GUINÉ-BISSAU



La Fondation Abbé Pierre va mener un projet de construction d'habitat dans une ville de Guinée-Bissau.


La Guinée-Bissau est l'un des pays les plus pauvres du monde. C'est dans cet État que la Fondation Abbé Pierre a décidé d'intervenir. Elle s'apprête à lancer un projet pilote à Canchungo, 3ème ville du pays.
Le projet va se développer dans trois quartiers. 150 familles sont concernées. Dans ces lieux, les habitations se dégradent à cause des inondations. L'action de réhabilitation par maison coûtera 1 500 euros. Les habitants s'engagent à en payer 10 %, en espèce, en nature ou matériaux.

La réhabilitation des maisons se fera avec les matériaux locaux, pour respecter l'architecture locale, mais aussi pour assurer une activité à la population.

L'organisation espère créer un effet de levier auprès d'autres bailleurs pour que le projet soit reproduit dans d'autres quartiers.

En plus de cette réhabilitation des habitations, la Fondation Abbé Pierre offrira une subvention à 200 petits projets ayant un impact écologique, mais qui génèrent aussi des revenus. Un appel à projet sera lancé pour sélectionner les projets.

Une autre subvention sera donnée aux femmes qui travaillent dans les carrières pour en extraire le sable et les cailloux. Elles pourront acheter du meilleur matériel et ainsi améliorer leurs conditions de travail.

MILHARES DE PESSOAS ESTÃO NO AEROPORTO DA PORTELA A ESPERA DA DELEGAÇÃO DO PRIMEIRO MINISTRO COM CARTAZES NAS MÃOS




O MELHOR BLOG GUINEENSE DA ATUALIDADE A EMITIR A PARTIR DOS SEUS ESTÚDIOS DA CIDADE DE LISBOA.

 PA REBENTA DJINTIS BOKA. ADEMBLASSSSSSSSSSS. NÔ BAIIIII!

BREVEMENTE VAMOS COMEÇAR A EMITIR A PARTIR DOS NOSSOS ESTÚDIOS DA CIDADE DE LISBOA

Isto até parece a RTP e a CNN. Kum caraças pá fogooooooooooooooooo.

VIVA O PROGRESSO NACIONAL QUE SURGIU NO MOMENTO CERTO PARA
ACABAR COM OS BANDIDOS COMO O DOKA INTERNACIONAL E TODOS 
AQUELES QUE ELE DEFENDE.

IMAGENS DA PARTIDA PARA BRUXELAS

A todos;
No Quadro da realização da mesa redonda a ter lugar no próximo dia 25 de corrente mês em Bruxelas, a Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento, a maior plataforma da sociedade civil, leva a cabo um passeata em Bissau que começa por volta das  11H00 para se despedir da Primeiro-ministro Eng. Domingos Simões Pereira.
Espera-se a participação de milhares de populares de Bissau e interior do pais,  com a participação de toda a franja da sociedade  guineense, ONG, SINDICATOS, organizações de mulheres, de jovens, organizações religiosas, partidos políticos grupos de manjuandade e artistas que terá as seguintes concentrações:




FESTA NOS BAIRROS DE BISSAU NO QUADRO DA MESA REDONDA

A todos;

No Quadro da realização da mesa redonda a ter lugar no próximo dia 25 de corrente mês em Bruxelas, a Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento, a maior plataforma da sociedade civil, leva a cabo um passeata em Bissau que começa por volta das  11H00 para se despedir da Primeiro-ministro Eng. Domingos Simões Pereira.

Espera-se a participação de milhares de populares de Bissau e interior do pais,  com a participação de toda a franja da sociedade  guineense, ONG, SINDICATOS, organizações de mulheres, de jovens, organizações religiosas, partidos políticos grupos de manjuandade e artistas que terá as seguintes concentrações:



BAIRROS

LOCAL DE ENCONTRO
GRUPO MAMDJUANDADE

MÚSICO
CHAO DE PAPEL/VARELA, RENO GAMBIAFADA, BANDIM 1,2,SINTRA NEMA, PEFINE

ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR

TARAFINHA E MARAM CABEÇA
Ze Nuno
E
Iano Saluki
LUANDA, EMPANTCHA, QG, ANTULA, TCHADA, STª. LUZIA E COPELUM, PRAÇA


PALACIO DA REPÚBLICA
“IMPÉRIO”

PABIA DE AMANHA DE EMPANTCHA E ARMONIA DE LUANDA
Joaquim Letra
 E
Nestor
CUNTUM, MADINA, BAIRRO D´AJUDA, BELÉM E BAIRRO DE MISSIRA, CUNDOC
LENOX BAIRRO D´AJUDA
LARGO DAS BARRACAS

VELHAS GUARDAS E NIVAGUINA
Mafongo
E
Djokas Montana
BAIRRO MILITAR, QUELÉLÉ, BÓR, PENHA, BISSACK E PLACK 1
HOTEL LYBIA ANTIGA
SHERATON
ESTRELAS DE TINA
E
AMIZADE DI MPANTCHA
Sissau Manafa
E
Albanés
PLACK 2, HAFIA, SÃO-PAULO, ENTERRAMENTO, REGIOES

AEROPORTO

NETOS DE BANDIM E NETOS DE AMIZADE
Bubacar Djamanca
E
 Chacha di Charme

O PUTO DE MANCHESTER ESTÁ NUMA RESIDÊNCIA EM GABÚ E ANDA A ENGANAR MEIO MUNDO QUE ESTÁ PRESO

 O nosso puto de Manchester acaba de ser visto no quintal de uma residência em Gabú escondido

a mentir meio mundo que foi preso. Ésss djá som pabim fala kuma Doka i mártire ?

Abô bu kata xolóló bô!

Glória eterna ao nosso puto de manchester! Ba tira pidi na padja bô.

UM MAR DE GENTE ESPERA POR DOMINGOS SIMÕES PEREIRA E A SUA DELEGAÇÃO NO AEROPORTO DE LISBOA HOJE AS 20:00H

Estamos a emitir dos nossos estúdios da cidade de Lisboa.

E a festa já começouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.

É gooooooolooooooooooooooooooooooooooooooooo do Governo guineense.

SIMÕES PEREIRA AMIGO, O POVO ESTÁ CONTIGO

FORÇA CAMPEÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

OPINIÃO: FRANCAMENTE GUINÉ-BISSAU

Francamente, o que se passa neste país é lamentável, tanto barulho acerca da mesa redonda, como se esse fosse a salvação da pátria, estou a ver plataforma com bandeira do PAIGC, como se essa mesa redonda se trata-se dos assuntos interno do PAIGC, ainda continuamos a personalizar e a politizar as coisas neste país, esta mesa redonda é da Guiné-Bissau, mas nada.
Tanta festa pra que? Estamos cientes que essa mesa redonda pode ser importante para o país, mais devemos pensar para alem disso, tanta despesa para que? Se vamos essa mesa redonda para pedir apoio financeiro, e aqui andamos a esbanjar o dinheiro a torta a direita, porque tanta pessoa nessa comitiva, o que vão fazer estas pessoas ai na Bruxelas, francamente, vamos andar com os pés bem assentes no chão, aqui não é um filme de ficção mais sim a vida real.
Desejo a sorte a DSP e todo o elenco que vão discutir e trocar ideias claras com os futuros doadores, mais não valia a pena tanta festa acerca disso.

Ilídio Vieira Té (IVT)

LIBERTAÇÃO IMEDIATA E INCONDICIONAL DO ELEMENTO DA DIRECÇÃO DO PROGRESSO NACIONAL QUE FOI PRESO PELOS MAFIOSOS DA PRAÇA DE BISSAU

O Progresso Nacional tem estado a denúnciar a bandidagem na Câmara de Comércio
e do seu Presidente e nos desconfiamos que ele tem a mão nisso. Acudam-nos!!!

OPINIÃO: COBA MAL

Quem sabe,sabi,  kin ka sibi pa ba lei.
 A noite jamais, por causa dos maus espiritos, mas durante o dia sim; adoro imenso 
ler os artigos editados por Senhor DOU-U-KU,  um BU-LO-KISTA internacionalmente 
famoso.  No dia 19/03/2015, coitado,  DO U KU, foi raptado pelos malfeitores na sua 
vila natal de GONDOANA city.     O seu BU LO KU, esta cheio de artigos e pedicoes 
para a  sua libertação imediata, caso contrario os seus adeptos projectaram erguer 
 uma estatua na praça central de GONDOANA para homenagear prisioneiro de COBA
MAL; Dou u ku.                                                              

Assinado;
Filho de KGB

PARTIDAS DOS QUARTOS-DE-FINAL DA LIGA DOS CAMPEÕES: A PRIMEIRA MÃO TEM LUGAR A 14/15 DE ABRIL E A SEGUNDA A 21/22 DE ABRIL.

-- Juventus - Mónaco
-- FC Porto – Bayern de Munique
-- Atlético Madrid - Real Madrid
-- Paris Saint-Germain - Barcelona

23 DE MARÇO, DIA MUNDIAL DA METEOROLOGIA, ESTE ANO SOB O LEMA, "CONHECER O CLIMA PARA AGIR"

RESULTADO DO ÚLTIMO JOGO DA 9º JORNADA E CALENDÁRIO DA 10ª JORNADA A JOGAR ESTE FINAL DE SEMANA

Estrela Negra de Bissau - São-Domingos, 0/2

CALENDÁRIO DA 10ª JORNADA:

Sábado e Domingo, dia 21 e 22 de Março

-- Portos Vs E. N. Bissau
-- Cuntum Vs Benfica
-- Bijagós Vs Bambadinca
-- Canchungo Vs Sporting
-- Bafatá Vs Bula
-- E. N. Bolama Vs UDIB
-- São-Domingos Vs Balantas de Mansôa

NÔ RIBA GUINÉ ÔOO NÔ BAI KUMPUL ÔÔÔ, NÔ RIBA NÔ TERRA NÔ FASSI I SUBI ÔÔ" MC KADIO

IKUDI NÔ BAIIIII BADJU DI MESA REDONDA RANKA DJA ! 

DP4 KU DP 6 TA BADJA BÔ

VIVA A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU

" QUERIA DIZER QUE ENQUANTO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DOU O MEU APOIO TOTAL E INCONDICIONAL A MESA REDONDA" JOMAV



VIVA PRESIDENTE JOSÉ MÁRIO VAZ 

MA SI BU TCHOMA ZOMAFU I TA KUDI

AMIZADE SABI TEM,SI DINHEIRO TEM, AMIGO MAS TÁ TCHÉU.

Ikudi! Nô kunssa djá badju di mesa redonda. Nô baiiiiiiiiiiiiiiiii. Na falau Philip Monteiro
amigo sabi Tem. In tafalau Rui Sangará amigo de bardadi tem.  Amizade sabi tem, si dinheiro
tem amigo mas ta tchéu.

FIDJIDA INPITIKILIS! NÔ BAI! 

GUINEENSES BÔ BADJA AÔSS I DIA DI FESTA CAMINHO PA MESA REDONDA

MÁ I TEM UM ELEMENTO DE PROGRESSO NACIONAL QUE ESTÁ PRESO AINDA 
MA É PROMITINU KUMA I NA SAI AMANHÃ DI NOITE.