quinta-feira, 26 de março de 2015

BRASIL UM PAÍS ONDE A JUSTIÇA FUNCIONA! OBRIGADA DOMINGAS MENDES PELO BEM OU PELO O MAL FALOU-SE DA GUINÉ-BISSAU DURANTE UMA SEMANA NO BRASIL

Solidariedade com guinenese

Curiosamente, Domingas Mendes tem estado a assistir às aulas de forma informal e a receber a solidariedade dos colegas, professores e do escritório de advogados onde trabalha como secretária. Advogados que estão a assumir a defesa da estudante guineense, num processo que segue agora para recurso, segundo avançou já a universidade.



JUSTIÇA FALOU E ESTÁ FALADO! A NOTICIA QUE TINHA SIDO AVANÇADA PELO PN EM PRIMEIRA MÃO CONHECEU HOJE UM DESFECHO FELIZ PARA A JOVEM ESTUDANTE GUINEENSE



A Justiça Federal determinou a matrícula imediata de uma estudante de Guiné-Bissau que teve seu ingresso negado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Domingas Mendes passou no vestibular para o curso de Serviço Social através do sistema de cotas, mas foi impedida de realizar a inscrição para as aulas. Conforme a UFRGS, ela não cumpria com uma das exigências para cotistas, de ter cursado integralmente o ensino médio em uma escola pública do Brasil.


O juiz Roger Raupp Rios, porém, entendeu que a estrangeira tem direito à matrícula. Na decisão, o magistrado sustenta que a legislação brasileira não excluiu candidatos estrangeiros do sistema de
cotas. "A própria LDBE (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), no referido artigo 44, dispõe
que o ensino de graduação está aberto a candidatos 'que tenham concluído o ensino médio ou
equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo', sem diferenciar quanto à nacionalidade
do estabelecimento de ensino onde foi cursado o ensino médio ou equivalente", avaliou Rios.


O magistrado cita ainda que o país de origem da estudante tem baixo índice de desenvolvimento humano e "é considerado pela Unesco como nação que figura entre os países da África subsahariana com maiores dificuldades educacionais". A UFRGS afirmou que a matrícula da estudante será realizada, mas que pretende recorrer da decisão.

Fonte: Globo

GUINÉ-BISSAU PROMETE LUTAR CONTRA EMIGRAÇÃO CLANDESTINA

VEJA AQUI

AMANHÃ NÔ BAI TUDU RICIBI DELEGAÇON KU NA BIM DI BRUXELAS

Djintis ku bai ba terra branco pa bai tarbadja pa no futuro na riba tchon di Cabral amanhã.

A NOSSA QUERIDA ENEIDA MARTA APRESENTA O SEU NOVO ÁLBUM EM LISBOA E NO PORTO


A cantora Eneida Marta, embaixadora da música da Guiné-Bissau, estará em Portugal para apresentar o seu novo álbum Nha Sunhu (Meu Sonho), que será lançado a 6 de abril.

Nha Sunhu será dado a conhecer ao público português em dois concertos, na Casa da Música (Porto) e na Culturgest (Lisboa), nos dias 28 e 29 de maio, respetivamente.

Fonte: A Bola

ENCONTRO ENTRE A SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DRº JOSÉ MARIO VAZ E A COMUNIDADE GUINEENSE EM PORTUGAL

Caro irmão e irmã Guineense
 
 O encontro entre o Presidente da República e a nossa comunidade vai ter lugar  este Sábado, dia 28 de Março, no Fórum Lisboa, sito na Avenida de Roma Nº 14L; das 
15H às 18H

Pedimos a todos os dirigentes associativos que sensibilizem e mobilizem os vossos
associados
 

OBRIGADO COMUNIDADE INTERNACIONAL

VAMOS TRABALHAR MAIS UNIDOS PARA O BEM ESTAR DO POVO GUINEENSE

      ACREDITEM NA NOSSA DUPLA: JOMAV + DSP = DESENVOLVIMENTO 




A DIRECÇÃO DO PROGRESSO NACIONAL NA SUA REUNIÃO DE HOJE CLASSIFICOU O PUTO DE MANCHESTER COMO O NÚMERO 1 NO EIXO DO MAL. UM INDIVIDUO QUE LUTA CONTRA A GUINÉ-BISSAU E O PN NÃO O PODERÁ PERDOAR PORQUE NÓS AQUI LUTAMOS PELO O PROGRESSO NACIONAL OU SEJA O PROGRESSO DE TODOS NÓS.

 Caros leitores,

Aqui não há lugar para entendimento com o nosso puto de manchester porque ele é contra
o nosso país e é um enviado ESPECIAL dos neo-colonialistas para dizer mal do nosso país
e tentar semear a desordem e a confusão na nossa amada Guiné. Pela sua insignificância no
mundo da blogosfera era suposto até ignorá-lo mas o inimigo não pode ser subestimado.

AVANTE MUCHACHOS PÁTRIA OU MUERTE 
PERÔ YUNTOS VENCEREMOS!!!

DPN

MARCHA DE AGRADECIMENTO A EQUIPA DA MESA REDONDA

Ola progressistas,

A Marcha do aeroporto até Praça Herois Nacionais deste Sabado 28 de Março (partida 7.00 horas) tem como lema: "Agradecer equipa Guineense para bom trabalho feito em Bruxelas com resultados fantasticos". 

Quem estiver de acordo com este lema deve participar !!

Ussumane 

OPINIÃO: MESA REDONDA FOI UM SUCESSO SIM

Progressistas

O Governo ao ultrapassar mais uma meta com distinção na recente mesa redonda, que o  
profeta  do mal ou BLUFO de Manchester  intitula de ``Mesa de geometria variável´´
por vergonha ou por humilhação ele decidiu retirar o post. Como esse senhor tem muitas facetas
para o mal agora mudou de estratégia agora quer minimizar o acontecido ao simples promessa
que nunca jamais  os doadores vão cumprir.

Só que a inveja mata, cria raízes  para ódio, calunia e  murmúrio, como abismo trai abismo,
assim continuamos no nosso mal até que um dia estaremos diante do Todo Poderoso Deus.
A mesa Redonda foi sim um sucesso, mas temos que deixar  euforia  de lado e trabalhar
incansavelmente para atingir os objectivos e honrar o pagamento da divida, porque não é
uma oferta.

Viva a Guiné-Bissau

Anós Tudo nô tene no kidjon na kumpu terra.

R.Silva

Agradecia que ocultassem o meu email.

Obrigado

PUTO DE MANCHESTER PART 2

Dino de
Luxemburgo  congratulo com o teu conselho para a direcção do progresso nacional, mas nao podemos dar tréguas ao puto de manchester ele e inimigo numero um da Guine sempre esta de lado daqueles que nao querem o bem da guine, por tanto continuara a ser sufocado para  nao lhe dar minima chance de rearmar. (Rei da banhada). Ele no periodo das eleicoes ate atacava o filho do nosso presidente Jomav chamando-o de traficante da madeira e agora ta a armar de (baridur di padja), vai trabalhar e deixe o nosso presidente em paz.
O bandissalon fazia tudo para desanimar o governo para nao ir a mesa redondo, agora esta desesperado por causa do sucesso da mesa redonda.

Viva Guine
Viva  Jomav 
Viva Simoes Pereira 
Viva Progresso Nacional
Abaixo Puto de Manchester
Guine ou kila ranka dja

Duarte Nbana, residente em Manchester

Volto com mais detalhes

COMITIVA DA MESA REDONDA CHEGA HOJE A LISBOA AS 20H30 M E CONVIDAMOS TODOS OS BONS FILHOS DA GUINÉ( MENOS O PUTO DE MANCHESTER) A ESTAREM NO AEROPORTO DA PORTELA

Nós estamos a caminho do aeroporto.

Bo leba cartazes de apoio e agradecimento pá bai recebi guintis ku ta tarbadja, 
ku consegui pui brancos acredita na nós...

Puto de Manchester ou carteiristas ku activista assaltante Ka pudi bai lá.
Te gossi bu ka contanu ke ku fassiu na cara. Ralph kuma pá puntau...

PROGRESSO NACIONAL COMO MAIS DE 1900 LIKES NO FACEBOOK

Ikuma gora ikuma ?

UM BLOG NA LINHA DA FRENTE DA INFORMAÇÃO!

SEGUNDO É FALA ANÔS I CHEFES DI TOCA TAMBUR KU DJAMU. AI IKILA GORA DÉH! LI NÔ NA DJAMU TOK DJAMU CABA . MA BLOG I DI NÔS, NÔ KA PISTAL NAM, NIM NÔ KA PATIDU EL. NÔ TARBADJA NAM TOK NÔ TCHIGA LI. KIM KI DÉ I BA REBENTA!!! 

AS BANCADAS DE BISSAU ESTÃO A PREPARAR UMA RECEPÇÃO NUNCA VISTA A DELEGAÇÃO QUE FOI A BRUXELAS

Mbom ali kumé mundo kunssa dja! Rumpi iagua tok fim de semana kaba. Anôs nô na
kunssa éss di tarde.

CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES (CNC-GB) DOOU ONTEM (QUARTA-FEIRA) DOIS MILHÕES DE FRANCOS CFA E PREGOS A ASSOCIAÇÃO DOS COMERCIANTES DA FEIRA DE BANDIM PARA A REABILITAÇÃO DOS ARMAZÉNS CONSUMIDOS PELO FOGO.

AUTORIDADES PORTUÁRIAS DO PAÍS E DA GÂMBIA VÃO ASSINAR ESTA QUINTA-FEIRA EM CACHEU UM MEMORANDO DE ENTENDIMENTO PARA O RELANÇAMENTO DA COOPERAÇÃO ENTRE AS DUAS FAMÍLIAS PORTUÁRIAS, ONDE ESTARÁ SALVAGUARDADA A QUESTÃO DA LIGAÇÃO MARÍTIMA ENTRE BANJUL E CACHEU QUE EM MUITO FACILITARÁ A LIGAÇÃO COMERCIAL ENTRE OS DOIS PAÍSES

CONSELHO PARA A DIRECÇÃO DO PROGRESSO NACIONAL

 Irmãos Progressistas,

O vosso trabalho é reconhecido tanto aqui na diáspora como aí em Bissau. Por favor
não respondam mais ao vosso Puto de Manchester nem ao AAS porque é perca de
tempo. Voces são Jornalistas de carreira e sabem o que é trabalhar para o
desenvolvimento do país.

Se continuarem nessa troca de galhardetes principalmente com o vosso puto de manchester,
um tipo sem nivel nenhum que ora está com este ora está com aquele, então aí vao perder
muitos leitores aqui em Luembro. O vosso nivel está lá em cima e por favor não venham ca
abaixo.Todos gostam da Guine-Bissau e todos querem mostrar isso. Portanto apartir de
hoje peço-vos não liguem aqule infeliz e continuem apenas a informar-nos com a qualidade
que só voces sabem.

PROGRESSO NACIONAL NA LINHA DA FRENTE DA INFORMAÇÃO.

Dino
Luxemburgo

DP2: Vamos tentar seguir os teus conselhos mas temos que continuar desmascarar o nosso puto
de Manchester que se arma em defensor de toda a verdade guineense mas que não tem moral
para defender a verdade porque ele foi preso por assalto a mão armada, burla e falsificação de
documentos sem contar com outros crimes. Enfim.... Anôs nô stá li déh. Li ki li! Temos uma
rede de informação muito vasta.Conforme i bin assim ku nô na dal. Quanto a nô mano AAS
kila si i um homem que da exemplo na blogosfera e por isso pa rispito ku no tene para ele nô na
garantiu li di kuma nunca mas nô ka na atacal nim si ibim ataca nô blog.

ESTÁDIO NACIONAL 24 DE SETEMBRO ESTÁ SEM LUZ ELECTRICA. OS LARÁPIOS ROUBARAM OS CABOS TODOS. QUE PENA!!!!!

Enquanto uns estão a procura de ajudas para o País, outros estão a fazer exactamente o contrário, destruir o que é nosso!!!!!!!

FAMÍLIA DE MÚSICOS GUINEENSES ESTÁ DE LUTO: FALECEU ESTA MANHÃ VÍTIMA DE MORTE SÚBITA (AVC), MÚSICO NACIONAL - BIDINTE

Qua a sua alma descanse em PAZ e que DEUS o receba ao seu lado!

MESA REDONDA FOI UM SUCESSO TOTAL SEGUNDO AS AUTORIDADES GUINEENSES

Obrigado as nossas autoridades!!!

quarta-feira, 25 de março de 2015

UM DIA CANSATIVO MAS CHEGOU AO FIM

Valeu por tudo o que fizeram pela GB.

DP5

FRASE DO DIA: O PUTO DE MANCHESTER NÃO GOSTA DE TRABALHAR E VIVE DOS BENEFICIOS SOCIAIS NO REINO UNIDO

VAI TRABALHAR SEU ANIMAL!!! TU QUERES É NOTORIEDADE MAS NÃO TE
DAREMOS ESSE GOSTO. KUMA ACTIVISTA. GARASSA BÔOOO!!

O ACTIVISTA QUE ASSALTOU LOJAS EM PORTUGAL E FALSIFICOU CHEQUES.
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHH

PROGRESSO NACIONAL, RIGOR, ISENÇÃO, CREDIBILIDADE, E VISÃO

Progresso Nacional o blog que conquistou o coração dos Guineenses

O QUE É NACIONAL É BOM 
E O PROGRESSO NACIONAL 
É NACIONAL E AINDA POR 
CIMA É MUITO BOM!!!

SIM MEUS CAROS HOUVE MUITAS MESAS REDONDAS E QUADRADAS E TUDO O QUE QUISEREM CHAMAR. MAS MESA REDONDA COMO ESTA NUNCA!!!NUNCA MAS NUNCA HOUVE UMA MESA REDONDA COMO ESTA. IKUDI DIA DI AÓS DJA SOM BADJU! NÔ BAI. IKUDI

1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR

TERRA RANKA AI NHA MAMÉ!!!! SAKUR ÔÔÔÔ! IKUDI BADJU BADJU! NÔ BAI
BADJU , FESTA Ô Ô Ô! TERRA RANKA. FIDJIDA INPITIKILIS

1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR
1.000.000.000 EUR

VIVA JOMAV KU DOMINGOS! DUPLA IMBATIVEL.

COM BASE NAS PRIORIDADES IDENTIFICADAS PELAS AUTORIDADES NO SEU AMBICIOSO PLANO ESTRATÉGICO E OPERACIONAL PARA OS PRÓXIMOS CINCO ANOS, OS PARCEIROS DECIDIRAM DEDICAR MAIS DE MIL MILHÕES DE EUR À GUINÉ-BISSAU PARA ATINGIR OS SEUS OBJECTIVOS E PARA CONSEGUIR MELHORIAS TANGÍVEIS NAS CONDIÇÕES DE VIDA DO POVO DA GUINÉ-BISSAU

Aqui está mais uma razão pela qual o Progresso Nacional defende as novas autoridades que
sairam das eleições. Que Deus vos ajude PM e PR!!!


VIVA A GUINÉ BISSAU!!!

PROGRESSO NACIONAL ANÔS I ESPECIALISTAS NA TOCA TAMBUR KU DJAMU. AVÉ MARIA MOSSSSSSSS !!!!


PARTE 1: PUTO DE MANCHESTER KUMA EL I ACTIVISTA ( RAFAEL MARQUES GUINEENSE). AHAHAHAH!

Primeiramente gostaria de agradecer a equipa do progresso nacional pelo vosso profissionalismo, amor a patria de Amilcar Cabral e a responsabilidade e isenção na hora de informar.

Eu vivo ca em manchester e ja trabalhei com o puto perguiçoso de manchester e agora esta a tentar ganhar a notariedade atraves da acusações e intrigas infundaveis contra a equipa de progresso nacional e membros de governo. O puto de Manchester nao gosta de trabalhar  vive dos beneficios sociais Britanicos por causa disso que ele tenta a qualquer custo deturpar a atencao publica.
Para começar na epoca das eleições Doka passava o tempo a insultar o nosso presidente Jomav quando recebia o dinheiro da oposição, integrou a equipa do nosso amigo irmão Nuno na Biam e atrapalhou tudo, era problema com o director da campanha de Nuno na Biam contra tudo e todos so por causa do dinheiro e interesse pessoal porque não gosta de trabalhar e vive sempre da intriga. Nuno na Biam sendo inteligente acabou por afastar do nosso puto de manchester e ele ficou furioso começou logo a insultar o homem promovendo conferencia da imprensa contra Nuno na Biam, prometeu boicotar a legalização de partido do Nuno na Biam atraves duma marcha com os artista participantes na campanha de Nuno na Biam e algums artistas ja conhecia adrabice do Doka acabaram por afastar dessa iniciativa do Doka como no caso de Chacha, Iva e Itchi porque esse artistas conhecem bem o Doka rei da Banhada nos artistas, ja aconteceu em Londres ,Portugal etc.
Agora eu pergunto porque é  que Liga dos Direitos dos Homens devia posicionar a favor de Doka em homem que deseja mal a Guine Bissau, que incentiva e promove guerra tribais na Guine porque so assim que ele se consegue viver e nunca esteve mesmo preso?
Voces ja viram a treta do Doka a tentar comparar o seu acto de bandissalon com o activista respeitado Rafael Marques( Doka si bu ka tene nada di faci ba da Kom banhu).Rafael Marques respitado na comunidade Angolana na tudu mundo, abu Doka na dias pora nim um fidju di Guine ka gosta de bo, bu ta djubidu suma um mara dor di mon. Sai tras di Progresso Nacional pabia elis e ama Guine. 
Volto com mais detalhes

Duarte Nbana, residente em Manchester

TABANKA DJAZ EM CONCERTO


O GOVERNO DE DOMINGOS SIMÕES PEREIRA COM AJUDA DO PRESIDENTE JOMAV ATINGIU OS SEUS OBJECTIVOS

Muitos milhões já cantam para o nosso país!!!

O RAPAZ É INCAPAZ DE DAR O BRAÇO A TORCER

Recorrer à «credibilidade» de um Eng. onde a única coisa que este faz é o desmentido primário, sem sequer se debruçar sobre o tema). Os títulos académicos, por si, não dão credibilidade, se não corresponderem a um real poder de argumentação. Reparem que, em momento algum são contestados os factos. Está a querer tapar o sol com as peneiras. Enfim o Progresso Nacional é o rei das visualizações!!!

UNIÃO EUROPEIA ANUNCIA APOIO DE 160 ME À GUINÉ-BISSAU

A União Europeia comprometeu-se esta quarta-feira, em Bruxelas, a conceder 160 milhões de euros à Guiné-Bissau, para consolidar a democracia, reforçar o Estado de direito, acelerar a retoma económica e melhorar as condições de vida dos cidadãos.

O anúncio foi feito no decorrer da conferência internacional que decorre em Bruxelas, organizada em conjunto pelo Governo da Guiné-Bissau, pela UE e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no dia seguinte à suspensão das restrições à cooperação aplicadas pela UE em 2011, na sequência do golpe militar de 2010.


"A Guiné-Bissau registou progressos importantes ao longo do último ano, a começar pela realização de eleições legislativas pacíficas e credíveis. Pretendemos encorajar a evolução positiva observada e iremos apoiar o novo governo na reconstrução do país, no reforço das suas instituições democráticas e no avanço em direcção à estabilidade, à reconciliação e ao desenvolvimento económico", comentou hoje a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Federica Mogherini.

PORTUGAL ANUNCIA NA CONFERÊNCIA DE BRUXELAS SOBRE GUINÉ-BISSAU FUTURO PROGRAMA DE 40 ME

O Governo português anunciou hoje, na conferência sobre a Guiné-Bissau que decorre em Bruxelas, que tenciona assinar até Junho um novo programa estratégico de cooperação com a Guiné-Bissau num montante de cerca de 40 milhões de euros.

"Portugal diz presente neste momento chave para a Guiné-Bissau (...) Agora, com base no plano estratégico e operacional apresentado pelas autoridades guineenses a esta conferência, estamos prontos para negociar e assinar até Junho um novo programa estratégico de cooperação para vigorar nos próximos anos, num montante que rondará os 40 milhões de euros", anunciou o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

Apontando que, desde a eleição das novas autoridades constitucionais em 2014, Portugal tem vindo a retomar e reforçar a cooperação, com programas de ajuda que no seu conjunto atingiram "valores de sensivelmente oito milhões de euros nestes últimos meses", Luís Campos Ferreira declarou na sua intervenção na mesa redonda de doadores que a Guiné-Bissau pode contar com "a solidariedade do povo português", que será reforçada com o novo programa.


Fonte: LUSA

COMISSÃO EUROPEIA ASSEGURA APOIO AO GOVERNO GUINEENSE

O comissário europeu do Desenvolvimento e Cooperação Internacional, Neven Mimica, assegurou esta quarta-feira, em Bruxelas (Bélgica), que a nova Comissão Europeia – liderada por Jean-Claude Juncker – vai ajudar o governo da Guiné-Bissau.

«Quando o primeiro-ministro Simões Pereira visitou Bruxelas em julho do ano passado, o então presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, deixou claro que a Guiné-Bissau podia contar com o apoio da União Europeia (...) Esse compromisso é hoje vigorosamente reafirmado pelo novo presidente da Comissão, Jean-Claude Juncker», declarou.


Uma comitiva guineense, que integra o primeiro-ministro Domingos Simões Pereira e o Presidente José Mário Vaz, está em Bruxelas para tentar angariar mais de 400 milhões de euros.

A DELEGAÇÃO DA AUTORIDADE DOS PORTOS DA GÂMBIA ESTÁ AINDA NO NOSSO PAÍS. ESTA QUINTA-FEIRA, DIA 26, DESLOCA-SE PARA CACHEU PARA VISITAR O HOTEL BALUARTE E AS INSTALAÇÕES DO PORTO LOCAL

ENQUANTO EM BRUXELAS JOGA-SE O DESTINO E O FUTURO DO PAÍS AQUI JOGA-SE (ESTA 4ª E 5ª FEIRA) MAIS UMA JORNADA DO CAMPEONATO NACIONAL DA PRIMEIRA DIVISÃO - A 11ª JORNADA

Calendário dos jogos:

-- E. N. Bissau Vs Canchungo
-- Sporting Vs Bijagós
-- Benfica Vs Lagartos de Bambadinca
-- Bula Vs Cuntum
-- Balantas de Mansôa Vs Portos de Bissau
-- E. N. de Bolama Vs São-Domingos
-- UDIB Vs Sporting de Bafatá

BLOGUISTAS HOJE É DIA DE PAZ PORQUE O NOSSO PAÍS JÁ ESTÁ NA MESA REDONDA

Mano AAS
Nós não te acusamos sequer de o teres feito, pode até ter sido terceiros.
Mas, quem quiser manipular estatísticas, pode comprar «robots», ou seja programas
informáticos que a única coisa que fazem é abrir muitas vezes a página para fazer crescer
o contador.AAS perdeste a razão ...

MAS COMO HOJE É UM DIA DE PAZ E DE FESTA AQUI VAI UM GRANDE ABRAÇO
PARA TI E PARA O NOSSO PUTO DE MANCHESTER.

VIVA O ALY SILVA E VIVA O NOSSO PUTO DE MANCHESTER DOKA INTERNACIONAL!!! 

COMO DIZEM OS NOSSOS PATRICIOS HOJE É QUE É HOJE!!!

PRESIDENTE JOMAV

PRIMEIRO MINISTRO DSP

MINISTRO DAS FINANÇAS GERALDO

POR FAVOR CONCENTREM-SE PORQUE VOCES SÃO A NOSA ESPERANÇA!!!

terça-feira, 24 de março de 2015

O JOGO DA MESA REDONDA VAI SER TRANSMITIDO EM DIRECTO PELOS NOSSOS ESTÚDIOS DA CIDADE DE BRUXELAS!!! NÃO PERCA DIA 25 DE MARÇO A GUINÉ-BISSAU VAI SE REENCONTRAR COM O SEU DESTINO

Aí vai o Ministro das Finanças na área, passa para o Primeiro Ministro,
o PM levanta a cabeça e da com calcanhar para o Chefe de estado,
 o Chefe de Estado na área e vai finta o PNUD, passa pela União
Europeia, finta os USA e o Presidente remata e é goooooooooloooooo
ooooooooooooooooooo da Guiné-Bissau! Goooooooooooooooooooo
ooooooooooooooooooolooooooooooooooooooooooooooooooooooo


ANÔS I ESPECIALISTAS NA DJAMU KU TOCA TAMBUR!!!!

Com muito gosto!

Progresso Nacional sempre na linha da frente da informação.

TUDO A POSTOS PARA O VIRAR DE PÁGINA NA GUINÉ-BISSAU

Amanhã será o ínicio de uma nova Guiné-Bissau com mais responsabilidade na gestão dos
assuntos do Estado.

GUINEENSES OPTIMISTAS QUANTO A MESA REDONDA

VEJA AQUI

UM JORNALISMO DE ISENÇÃO, RIGOR, QUALIDADE E TRANSPARÊNCIA

AFINAL TINHAMOS RAZÃO SOBRE AS VISUALIZAÇÕES

 AAS

A que se deve, o facto de no último mês teres tido quase um milhão e seiscentos mil acessos
com proveniência da Guiné-Bissau? Quando a média normal, até aqui, era de 16 mil por mês
(os 2,2 milhões relativamente aos 3,8 milhões de sempre)? É só 100 vezes mais... pretendes
que acreditemos que foi a abertura das praças internet? Há exactamente duas semanas atrás?
ahahahah!

Ou terá o assunto outra explicação qualquer, não implicando forçosamente a tua má fé ,
tentando viciar as estatísticas. (apenas a tua complacência, mas não devias ter abusado
para te promoveres) Outro facto estranho é que a totalidade dessa actividade suplementar
se deva ao Internet Explorer, que está completamente fora de moda, nem os valores
correspondem ao normal do próprio DC.Portanto amigo AAS as tuas estatisticas não
correspondem! Caíste que nem um patinho.

PS: Aprendemos muito contigo mas agora ficaste para trás.Como sempre te dissemos não te
queriamos atacar porque tu és o nosso mano mas enfim... Aquele abraço mano aly.

DEMAIN C'EST LE JOUR DE LA TABLE RONDE EN BELGIQUE

VIVE LA TABLE RONDE POUR LA GUINÉE-BISSAU

COMUNICADO DA UNIÃO EUROPEIA

O Conselho revogou as medidas que limitam a cooperação da União Europeia com a Guiné-Bissau. Esta decisão vem na sequência da realização de eleições credíveis em 2014, do restabelecimento da ordem constitucional e dos avanços realizados por este país na execução dos compromissos de reformas assumidos perante a UE. Por conseguinte, a UE retoma plenamente a cooperação com a Guiné-Bissau.

A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Federica Mogherini, afirmou: "A Guiné-Bissau enveredou por um novo caminho de paz, reconciliação e desenvolvimento após a realização das eleições e do restabelecimento da ordem constitucional em 2014. A decisão tomada hoje permite-nos apoiar os esforços das autoridades para reconstruir o país, consolidar as instituições democráticas e lançar os alicerces para a estabilidade a longo prazo. Já esta semana a UE co-organizará, com o governo da Guiné-Bissau e a ONU, uma conferência internacional que mobilizará apoio para a execução de reformas na Guiné-Bissau e para o programa de desenvolvimento deste país".

O Comissário da Cooperação Internacional e Desenvolvimento, Neven Mimica, acrescentou: "A Guiné-Bissau está de volta à cena internacional e pronta para avançar com o apoio da UE. Nos próximos meses iremos finalizar a programação da dotação do 11.o FED e alinhar a nossa cooperação pelas prioridades da estratégia de desenvolvimento nacional do governo."

A UE encoraja a Guiné-Bissau a manter-se unida e a prosseguir os seus esforços para reforçar as instituições democráticas e o Estado de direito, reformar o setor da segurança e combater a corrupção, a impunidade e o tráfico de droga. A União apoia os esforços necessários para enfrentar estes desafios e está atualmente a debater a programação do 11.o Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED) com a Guiné-Bissau.

Em julho de 2014, o Conselho suspendeu as restrições à cooperação com a Guiné-Bissau, na sequência da realização de eleições livres e credíveis. As medidas que limitavam a cooperação com a Guiné-Bissau foram impostas em julho de 2011 na sequência da nomeação dos principais instigadores do motim militar de abril de 2010 para postos de topo na hierarquia militar, o que a UE considerou ser uma violação grave dos elementos essenciais do Acordo de Cotonu.

24 de Março de 2015

BRUXELAS: UNIÃO EUROPEIA REVOGA SANÇÕES CONTRA A GUINÉ-BISSAU

VEJA AQUI

PROGRESSO NACIONAL O BLOG DO POVO GUINEENSE

O PN tem causado muita inveja por ter ultrapassado aquele que era o nº1em termos de
visualizações.

Progresso Nacional mais cedo ou mais tarde o seu blog. Obrigado mano AAS por nos ter
ensinado, má gossi aluno má Pursor djiro. Ahhahahahahha! Abraço grande do primeiro blog
que criou uma equipa apenas para trabalhar para o blog. Um jornalismo de rigor e transparência.

PROCURA-SE JORNALISTAS GUINEENSES QUE TENHAM DOMÍNIO NA LÍNGUA INGLESA

Queiram por favor contactar o blog Progresso Nacional.

BLOGGERS O QUE DEVERÃO FAZER É PUBLICAR A MESMA IMAGEM ACTUAL MAS POR MÊS E NÃO DE "SEMPRE"

Nós sabemos que nunca o farão porque aí é que está todo esquema!ehehehehehe

SIM A GUINÉ-BISSAU JÁ TINHA ORGANIZADO VÁRIAS MESAS REDONDAS MAS NÃO COMO ESTA ONDE DOIS PRESIDENTES ESTARÃO PRESENTES

Chegou a hora de todos os guineenses torcerem para a Guiné-Bissau e deixarem de serem
más linguas. O Progresso Nacional vai defender o Presidente da República, o Governo
e toda Administração Pública por isso acautelem-se os que gostam de atacar as instituições
do nosso estado PABIA ANÔS NÔ KANA CETA!

UM JORNALISMO DE RIGOR, ISENÇÃO, TRANSPARÊNCIA E CREDIBILIDADE

Vamos continuar a oferecer aos guineenses toda a verdade do país aqui e só aqui
no nosso e seu blog o progresso nacional, ou seja o progresso de todos nós até mesmo
do nosso puto dokinha.

segunda-feira, 23 de março de 2015

GOVERNO QUER ANGARIAR 427 MILHÕES DE EUROS PARA PROJETOS PRIORITÁRIOS

A Guiné-Bissau pretende angariar na próxima quarta-feira 427 milhões de euros para projetos prioritários a serem desenvolvidos no país. Este valor diz respeito à documentação que o Governo guineense vai colocar em discussão em reunião com parceiros internacionais, que vai decorrer em Bruxelas.

O encontro é promovido pelo executivo eleito em 2014, que procura reconstruir o país lusófono após quatro décadas de golpes de Estado e instabilidade, o último dos quais em 2012.

O Governo, liderado por Domingos Simões Pereira e o Presidente da República José Mário Vaz, vai apresentar o plano operacional 2015-2020 com o objetivo de angariar financiamento para 100 projetos no valor de 427 milhões de euros.

Caso seja necessário apresentar uma seleção mais restrita, o documento destaca ainda 71 iniciativas no valor de 221 milhões de euros que «têm imperativamente que ser financiadas» por serem «pedras basilares» do país que se pretende edificar, realça o documento.

Esta primeira vaga inclui iniciativas para o período 2015-2016, com «prioridade para projetos ligados à Defesa, Justiça e reconciliação nacional» - como é o caso do fundo de pensões para militares -, considerados fundamentais para «virar a página» na história do país, acrescenta o plano.

Fonte: A Bola

JOMAV ENCONTRA-SE SABADO COM A COMUNIDADE GUINEENSE EM LISBOA

VIVA O PRESIDENTE ZOMAFU !!!

MARCOS GALINA ACÓLITO DE PUTO DOKA EMBARCA AMANHÃ PARA LISBOA COM MEDO DO PROGRESSO NACIONAL

Puto de Manchester agora vais ficar sozinho em Bissau,ahahahhah! Diz ao teu acólito
para não fugir porque nós não mordemos queremos-lhe conhecer pessoalmente para lhe
dar uma grande sova por falar mal do Progresso Nacional ou seja o Progresso de
todos os guineenses mesmo do nosso puto Dokinha.Progresso Nacional só não sabe
o que não quer.

O PUTO DE MANCHESTER ESTÁ TONTO POR TERMOS CHAMADO O NOME DO SEU ACÓLITO QUE ESCREVE POR ELE NO SEU BLOG

O nosso puto de manchester está super FURIOSO pá porque os nossos serviços
secretos conseguiram desvendar quem é o seu comparsa nessas andanças e agora
anda atirar para todos os lados.Puto de Manchester som pa sufri pabia anôs
tudo li DP1, DP2, DP3, DP4, DP5, DP6 e todo o povo da Guiné-Bissau já sabe que
quem escreve para ti é ele. Tu não escreves duas linhas sem dar erros, hihihihahahheh
houhuh!

PUTO DE MANCHESTER NUNCA SABERÁS QUEM SÃO OS VERDADEIROS
DETENDORES DO PROGRESSO NACIONAL. SE ACERTARES NUM JURAMOS
A PÉ JUNTOS QUE DAMOS A CARA. NÓS SOMOS COMO O PAULO GONZO
QUE NUNCA MOSTRA OS OLHOS E ANDA MEIO MUNDO A ESPECULAR SOBRE
OS SEUS OLHOS.

VAIS TER QUE MORRER COM ESTA DOR E ESTE SOFRIMENTO TODO.AHHAHAHAHAHHAHAHA!!!

MA DJINTIS DI PROGRESSO NACIONAL KA PARA NA CAMINHO BÔ. AHAHHA !

DESAFIO: BLOGGERS GUINEENSES VAMOS LÁ MOSTRAR AS ESTATISTICAS POR PAÍS E AÍ VEREMOS AS TRAPAÇAS TODAS



Agora é que são elas!

UNIVERSIDADE DE AVEIRO E GUINÉ-BISSAU ESTUDAM RESTAURO DE EDIFÍCIOS

VEJA AQUI

Técnicos da Universidade de Aveiro estão a estudar a possibilidade de ajudar o Governo da Guiné-Bissau no restauro de edifícios coloniais na ilha de Bolama, uma das antigas capitais da então província portuguesa, disse à Lusa fonte oficial.

Abu Camará, secretário de Estado do Ordenamento do Território guineense, adiantou à Lusa existirem conversações com a universidade portuguesa no sentido de “todos os edifícios coloniais, com valor arquitetónico” em Bolama serem restaurados.

Situada no arquipélago dos Bijagós, Bolama foi capital da Guiné até 1941, altura em que esse estatuto passou para Bissau, mas a cidade permanece conhecida pelos edifícios de traços marcadamente coloniais, votados ao abandono e em grave estado de degradação.

O Governo guineense pretende também aproveitar a experiência da Universidade de Aveiro para abrir em Bolama um curso de formação de jovens em matéria de restauração de edifícios.

“O trabalho requer uma especialização que nós não temos, por isso vamos trabalhar com a Universidade”, observou Abu Camará, uma ideia já defendida pelo primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.
O executivo guineense pretende intervir nos 38 setores do país, mas para já escolheu quatro cidades para projetos-piloto no âmbito de um plano de intervenção urbana “de grande vulto”, adiantou o secretário de Estado do Ordenamento de Território.

Um gabinete português de consultoria em arquitetura, a BO Associados, foi contratado pelo executivo guineense para apresentar um estudo de reabilitação urbana destas cidades e um plano geral para os demais setores.

Bolama, Cacheu (norte), Bafatá (leste) e Bissau, foram escolhidas pelo Governo como cidades piloto para levar a cabo uma série de obras de beneficiação de edifícios, ruas, esgotos e rede elétrica.
Em Bolama, Cacheu e Bafatá serão reabilitadas, pelo menos, cinco quilómetros de ruas com pavimento, observou Abu Camará.

Cada uma das três cidades será preparada para albergar novos polos de desenvolvimento.
Bolama será um polo universitário para formação de professores e turismo, Bafatá um polo agrícola e Cacheu albergará um polo universitário ligado ao turismo.

OPINIÃO: PREOCUPADO COM A SITUAÇÃO DOS JOVENS (EMPREGO JOVEM)

A Guiné-Bissau ainda precisa avançar na oferta de oportunidades de trabalho para os jovens. Apesar da situação relativamente mais vantajosa do País no cenário internacional e dos grandes avanços dos últimos 7 meses, em termos de um modelo de crescimento inclusivo que tem, entre suas principais características, a redução da pobreza e das desigualdades e da melhoria geral dos indicadores de mercado de trabalho, os jovens e as jovens guineenses ainda se encontram em uma situação de grande desvantagem.

Obs: Sou estudante guineense residente em Aveiro-Portugal  estou no ultimo ano do curso Técnico de Turismo Ambiental e Rural.

Melhores cumprimentos

Ass: Eulálio Júnior

GUINÉ-BISSAU E GÂMBIA PODEM ESTAR LIGADAS BREVEMENTE POR VIA MARÍTIMA ANUNCIOU ESTA SEGUNDA-FEIRA O DIRECTOR-GERAL DA AUTORIDADE PORTUÁRIA DA GÂMBIA EM DECLARAÇÕES À IMPRENSA

RESULTADOS DAS PARTIDAS DISPUTADAS FIM-DE-SEMANA REFERENTES A 10ª JORNADA DO CAMPEONATO NACIONAL DA PRIMEIRA DIVISÃO

-- Portos – E. N. Bissau, 0/1
-- Cuntum – Benfica, 2/6
-- Bijagós – Lagartos de Bambadinca, 2/1
-- Canchungo – Sporting, 1/0
-- Bafatá – Bula, 3/2
-- E. N. Bolama – UDIB, 1/1
-- São-Domingos – Balantas de Mansôa, 0/0


TODA A DELEGAÇÃO GUINEENSE JÁ SE ENCONTRA EM BRUXELAS

Estão neste momento a preparar as apresentações!

ESTÁ NO PAÍS PARA VISITA DE TRABALHO DE UMA SEMANA (22 A 28/03/15) UMA IMPORTANTE DELEGAÇÃO DA AUTORIDADE PORTUÁRIA DA GÂMBIA, CHEFIADA PELO SEU DIRECTOR-GERAL, MR LAMIN L. SANYANG À CONVITE DA SUA PARCEIRA DA GUINÉ-BISSAU - APGB

ASSINALA-SE ESTA SEGUNDA-FEIRA, DIA 23, DIA METEOROLÓGICO MUNDIAL, ESTE ANO SOB O LEMA, "CONHECER O CLIMA PARA AGIR".

FOI CRIADA A ASSOCIAÇÃO GUINEENSE DE MANDIOCA QUE TEM COMO OBJECTIVO MUDAR O HÁBITO ALIMENTAR NO PAÍS E COMBATER A FOME

Li Guiné-Bissau propri ? Li si mininu bonito i arruz!!! Hora ki alguim lanta dja i ta pensa
som na arruz!

AMI AMPLIA ESCOLA NA GUINÉ-BISSAU



A Assistência Médica Internacional (AMI) está a ampliar uma escola erguida pela própria organização em 2009, em Wato, na Guiné-Bissau. Atualmente, o estabelecimento de ensino, que recebe alunos do 1.º ao 6.º ano, está a ser aumentado, ganhando «mais duas salas de aula» com capacidade para acolher todos os dias «uma centena de crianças», informa a organização, em comunicado. Estes trabalhos de ampliação deverão estar «concluídos no final deste mês».

A AMI é uma organização humanitária portuguesa sem fins lucrativos, fundada a 5 de dezembro de 1984, que intervém em «situações de crise e emergência» e que combate «a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra» em todo o mundo, tendo já atuado em dezenas de países para onde enviou medicamentos e equipamento médico, alimentos, roupas, viaturas, geradores e centenas de voluntários.

domingo, 22 de março de 2015

JOMAV KU DSP PA DEUS DJUDA BÔS BÔ PAPIA DRITU KU BRANCOS PA É PUDI LAKATI

Terra ranka dja gora dé!!!

PRESIDENTE JOMAV RECEBIDO EM FESTA EM LISBOA. IMAGENS DO NOSSO ESTÚDIO DA CIDADE DE LISBOA



CHEGADA ESTA TARDE DO PRESIDENTE JOMAV A LISBOA TENDO COMO DESTINO FINAL A MESA REDONDA DE BRUXELAS

Todos os direitos reservados ao PN e por isso pedimos ao nosso puto de manchester para
não copiar e colar as fotos.Aqui está a prova de que a equipa do PN está em toda a parte
do mundo. O único blog que tem uma equipa bem constituída de pessoas competentes não
obstante o nosso puto de manchester agora ter criado uma equipa também para escrever no
seu blog.







O MUNDO TODO ESTÁ MOBILIZADO PARA A MESA REDONDA DE APOIO AS NOVAS AUTORIDADES GUINEENSES

Força guineenses vamos lutar todos por um país melhor. Vamos deixar os invejosos
pagos pela Câmara de Comércio continuarem a sua luta em vão.

A VITÓRIA É CERTA! O PROGRESSO NACIONAL ESTÁ A SUBIR DE VISUALIZAÇÕES
DIÁRIAS. PA REBENTA BOKA!

UMA VIDA

Fátima Proença, João José Fernandes, Susana Réfega, João Martins, João Rabaça e Mónica Frechaut são cidadãos globais que viraram a vida do avesso porque "estamos todos neste planeta e precisamos uns dos outros".

Fátima Proença, Directora executiva ACEP, 61 anos


Foi um dos maiores desafios que Fátima Proença já enfrentou: unir um conjunto de organizações, a maior parte das quais guineenses, e com elas persuadir o Governo da Guiné-Bissau a fechar a mais antiga esquadra da capital, que foi uma prisão, que era um “símbolo de opressão, de violência política”, e a cedê-la para que fosse transformada num espaço de cultura de direitos humanos.


O lugar, na parte velha de Bissau, desmonta, por si só, ideia feitas sobre a Guiné-Bissau — “um país que não funciona, sem instituições, à espera da ajuda internacional”. “Foi ali que encontrámos interlocutores, pessoas que querem lutar pela liberdade, pela justiça social e que se organizaram para isso”, diz.
A União Europeia nem sequer concedia financiamento para projectos de direitos humanos no país. O consórcio liderado pela Associação para a Cooperação entre os Povos (ACEP) e a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) obteve financiamento da Cooperação Portuguesa e abriu a Casa dos Direitos no início de 2012. Volvidos dois meses, houve um golpe de Estado. “Os dirigentes da Liga estavam lá dentro, o quartel-general estava mesmo em frente, os militares perseguiam pessoas na rua, mas ninguém foi lá procurá-los”, recorda. “A Casa dos Direitos já é.”

Não tinha uma relação próxima com a África imaginada, como era comum no Portugal da década de 1970. “Não tinha necessidade de defender uma África que tinha que ver com Portugal.” Contava 18 anos quando começou a colaborar com o Boletim Anti-Colonial. A sua primeira tarefa foi dactilografar um relatório sobre o massacre de Wiriyamu (Moçambique, 16 de Dezembro de 1972).


Entrou no sector da ajuda ao desenvolvimento por via do Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral, actual Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), associação nascida logo em Maio de 1974, na sequência da luta pela libertação. Começou como voluntária.
“Foi um processo natural”, diz Fátima Proença. Não teve, como tantos outros, de fazer um corte violento com a família, com a profissão ou com o país. “O que sou hoje tenho sorte de ter começado a ser em pequena, quando a minha mãe me contava histórias sobre um mundo longínquo.”

Aterrou pela primeira vez em África em 1983. Ia passar dois meses em Bissau a dar formação sobre documentação a técnicos das Forças Armadas e dos vários ministérios. “Foi um dos maiores processos de crescimento que vivi”, conta. Esforçou-se para “entender um país, uma cultura, que só conhecia em teoria, à distância”. E percebeu que iria ficar ligada a África para sempre.

Regressou mais depressa do que pensava. Regressou volvidos dois anos, com o marido, para passar um ano inteiro a trabalhar como cooperante do Estado português. “Trabalhei num projecto novo, o início do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa da Guiné-Bissau, com pessoas fora de série, que me ajudaram a perceber quais eram os meus limites, do que era ou não capaz.”

Era grande a tensão na Guiné-Bissau em 1985-1986. Houve uma tentativa de golpe de Estado que culminou com detenções, torturas, fuzilamentos. Tentando sentir a espessura das coisas, Fátima Proença enquadrava tudo no processo de transição da luta armada pela independência para a construção de um estado civil. “Há ali uma legitimidade ao nível das armas que é difícil de transformar…”

Há 30 anos, o sector estava a despontar em Portugal. A Plataforma Portuguesa das Organizações Não-Governamentais de Desenvolvimento foi formada por 13 entidades com mais desejo do que experiência de acção humanitária e cooperação para o desenvolvimento. Coordenava-a Eugénio Anacoreta Correia.

Fátima Proença pediu reforma antecipada ao Ministério do Comércio, onde começara a trabalhar ainda estudante de Economia, e dedicou-se a tempo inteiro ao CIDAC. Só de lá saiu em 1996, a caminho da ACEP, que fora criada para trabalhar na integração dos imigrantes africanos em Portugal e ambicionava passar a actuar nos seus países de origem.


Era mais uma etapa do mesmo caminho. Ia ajudar a construir sociedades mais democráticas, mais abertas aos “outros”, nos países de língua oficial portuguesa. Ia fazê-lo numa lógica de “educação para a igualdade”, não de “tolerância paternalista”. Partia do princípio de que todos podiam ajudar a “fazer mudança”. E ainda parte. “Não queremos falsos êxitos alimentados por pessoas que estão de passagem, que têm de fazer as coisas a correr”, explica. “As pessoas que estão lá têm de ter as rédeas, têm de dominar os processos, têm de estabelecer connosco uma relação de poder dizer ‘não’.”


Através dos seus projectos de comunicação, que amiúde envolvem jornalistas e artistas, a ACEP tenta fortalecer laços entre ONG, sensibilizar opiniões públicas, desmontar visões simplistas. “Não temos uma pressa desalmada de mostrar resultados, até porque muitas vezes os nossos resultados são invisíveis. Têm que ver com o que está na cabeça das pessoas, com capacidade de arriscar, de trabalhar em conjunto. E isso leva tempo. Temos de conquistar esse tempo. Com tempo, podemos cozer um elefante numa panela.”
Pode ser estafante. Há uma “pesada carga burocrática e administrativa” relacionada com obtenção de financiamento, sobretudo, junto da União Europeia, mas também nas instâncias nacionais. E isso, diz, “exige um profissionalismo que desvia do que deve ser o centro da actividade”.


Talvez fosse mais fácil se trabalhassem em áreas mais palpáveis como a vacinação ou a distribuição de comida. Nunca foram por aí. “Somos uma associação de gente que trabalha com associações de gente que tem o mesmo tipo de preocupação que nós. Somos cidadãos a tempo inteiro, digamos assim. Procuramos tornar algumas utopias possíveis.”




João José Fernandes, Director Executivo Oikos, 45 anos
 
Na década de 1990, quando João José Fernandes começou a trabalhar, era clara a divisão Norte-Sul. “Os problemas de desenvolvimento viam-se nos países do Sul, embora relacionados com a ordem internacional, a que as políticas de comércio dos países do Norte não eram alheias.”


Foi com base nessa visão do mundo que se delinearam os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio, aprovados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, agora prestes a expirar. Não por acaso, os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, que estão a ser aprimorados para a assembleia geral de Setembro, destinam-se a todos os países, ainda que com metas distintas.


Onde já vai o mundo da juventude de João José Fernandes. Quase não havia ONGD no Portugal dos anos 1980 em que ele se fez seminarista. “O seminário era o mais parecido que havia”, diz. Problema: queria ajudar a construir um mundo sem pobreza nem injustiça, mas não queria evangelizar.


Crescendo na fronteira luso-espanhola, via melhor canais espanhóis do que portugueses. Atraía-o mais a América Latina do que África. “Era um território efervescente, quer em termos políticos, quer teológicos.” Saiu do seminário, decidido a ir para o Peru. Queria trabalhar com comunidades indígenas, nos Antes, no pico dos confrontos entre militares e guerrilheiros do Sendero Luminoso.


Tratou de adiar o serviço militar obrigatório. De repente, chegou-lhe às mãos uma carta de divulgação dos Leigos para o Desenvolvimento, organização católica que actua através de voluntários. Entusiasmou-se: em 1990, estava em São Tomé e Príncipe a viver as primeiras eleições multipartidárias e ele a ensinar Filosofia a adultos no Instituto Diocesano de Formação João Paulo II.



Era certo o seu gosto pela ajuda ao desenvolvimento, mas tinha de terminar os estudos teológicos e filosóficos iniciados em Évora. Durante anos, conciliou-os com o apoio, ainda que à distância, às missões dos Leigos para o Desenvolvimento em África. Depois, entrou na Oikos — Cooperação e Desenvolvimento.
Naquele ano, 1994, o sector deu alguns passos decisivos: a Assembleia da República aprovou a primeira lei das ONGD; nasceu o Instituto de Cooperação Portuguesa, a quem cabia propor e executar a política de cooperação portuguesa, funções desde 2012 exercidas pelo Instituto Camões.


Associação ecuménica fundada em 1988, a Oikos dedica-se à acção humanitária, à cooperação para o desenvolvimento, à influência pública. João José Fernandes entrou no gabinete de projectos. “Participei na abertura de uma série de missões, como a das Honduras, a de Timor-Leste, a de Cuba.”
Depressa assumiu a liderança dos projectos. Desdobrava-se em contactos. Supervisionava equipas. “Era solteiro. Trabalhava fora de horas, não tinha fins-de-semana, viajava com frequência. A partir de certa altura, temos de encontrar equilíbrio entre o que fazemos e o que somos…”


Abrandou ao tornar-se director executivo, já lá vão dez anos. Tem hoje “menos responsabilidades operacionais e mais responsabilidades de gestão”. E a verdade é que, depois de “tantos anos de hiperacção”, na redução da pobreza, na prevenção de catástrofes, na segurança e soberania alimentar, no desenvolvimento rural, na prevenção, adaptação e suavização das alterações climáticas, sentia que precisava de reflectir. Inscreveu-se num doutoramento sobre alterações climáticas e políticas de desenvolvimento sustentável e está a trabalhar numa tese sobre segurança alimentar. E, pela primeira vez, está a devotar mais atenção a Portugal.

Os donativos em Portugal estão a baixar desde o início do século. A partir de 2008, com o adensar da crise económica e social, as ONGD começaram a ouvir perguntar: “Por que não fazem trabalho social em Portugal?”


Sim, o mundo mudou. Emergiram economias a sul. Ganharam visibilidade bolsas de subdesenvolvimento a norte. E na Oikos uma escolha teve de ser feita: “Insistir no discurso de sensibilização para a cooperação para o desenvolvimento baseada no paradigma Norte-Sul ou repensar tudo. Como outras ONGD, alargou a acção a Portugal. Está, por exemplo, a fazer inquéritos e análise documental para lançar as eventuais bases de uma política pública multissectorial (agrícola, educativa, social, ambiental, saúde) destinada a garantir o direito à alimentação adequada. E a criar respostas práticas que passam pela agricultura familiar e pelos circuitos curtos de comercialização.


“Em Portugal, não há uma estratégia integrada de segurança alimentar e nutricional”, diz. É o único membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa sem um plano desse tipo. “Que respostas existem? Bancos alimentares e cantinas sociais [para assegurar que todos têm duas refeições por dia]. Algo não está certo…”


João José Fernandes espera que o Ano Europeu do Desenvolvimento, que agora se assinala, sirva para encarar esta nova realidade. “Ou conseguimos discutir o desenvolvimento como um todo ou dificilmente em países como Portugal o debate será feito”, acredita. As preocupações dos portugueses estão viradas para dentro. “Ao mesmo tempo que reivindicamos solidariedade do Norte da Europa connosco, também temos de reivindicar solidariedade de Portugal com outros parceiros. Isto não é só receber.”




Susana Réfega, Directora executiva FEC, 42 anos


Anima-se, em particular, com o trabalho que está a fazer na educação. “Sendo um sector muito clássico e convencional, tem grande impacto na vida das pessoas, dos países.” “A Guiné-Bissau, por exemplo, tem muitos professores sem formação. Muitas vezes, começam as frases em português e acabam-nas em crioulo.” A língua portuguesa, sendo oficial, é pouco falada no país. Cada grupo étnico tem o seu dialecto e a língua franca é o crioulo. “Os miúdos chegam à escola sem saber falar português, sem nunca terem estado num contexto educativo.”


A Fundação Fé e Cooperação (FEC), fundada em 1990 pela Conferência Episcopal Portuguesa e outras estruturas católicas, dá formação a professores, a directores, a inspectores integrados no sistema de ensino formal na Guiné-Bissau. O programa inclui matemática, ciências, português, pedagogia, educação para a cidadania e para a paz. “Durante anos, trabalhámos só no ensino básico. Há quatro anos, começámos a trabalhar na educação de infância. Agora, no ensino secundário.”


Nem sabe como tudo isto começou. Ainda miúda, depois da missa, ouvia missionários de barba comprida a falar em missões distantes. De vez em quando, dava por ela a trautear canções feitas para combater grandes fomes. Do They Know It’s Christmas?, gravado no Reino Unido. We Are The World, gravado nos EUA. Um abraço a Moçambique, gravado em Portugal. “Não houve uma revelação”, diz. “Isto é um puzzle que se vai construindo.” Tanto que se imaginou a cuidar de vacas e de bezerros. Estudou Medicina Veterinária. E ainda exerceu dois anos antes de perceber que talvez se tivesse enganado.


Começou a fazer voluntariado no início do secundário. Escreveu cartas a presos políticos no Chile, então debaixo do poder ditatorial de Augusto Pinochet, visitou doentes no Hospital Dona Estefânia, perto da Faculdade de Medicina Veterinária, e entreteve miúdos na Casa do Gaiato. Tinha uma enorme vontade de ser útil e sentia que em África podia fazer uma diferença maior.

Inscreveu-se n’ O GAS’África — Grupo de Acção Social em África e Portugal e preparou-se para avançar para Angola. Não foi logo. A guerra civil intensificou-se. Passou o Verão no Bairro da Serafina, em Lisboa. “Foi uma grande lição”, sem sair da sua cidade, estar numa “realidade completamente desconhecida”. “Percebi que é indiferente o sítio onde se está desde que se faça alguma coisa.”

Decorria 1997 quando partiu para Angola. Foi com os Leigos para o Desenvolvimento. O domínio religioso não lhe fazia confusão. “Para mim, fazia sentido associar a dimensão de fé”, recorda. Tinha por missão montar um aviário em Benguela. “Havia assaltos a tudo o que era produção animal.” Pôs-se a trabalhar com mulheres num bairro feito de gente que fugira aos confrontos. “Foi um baque”, recorda. “Nunca tinha estado em África. Atirei-me de cabeça. Fui por dois anos.” Estava dentro de um perímetro de segurança, mas senti muito a pressão da guerra civil. Os pais viviam numa inquietação permanente por causa dos combates, das doenças, das não notícias. “É preciso ver que na altura não havia telemóveis. No primeiro ano, não tínhamos Internet.”
Entrou tanto naquela realidade que só com muito custo se readaptou à Europa. E ainda fez um doutoramento em parasitologia antes de abandonar por completo a veterinária e se entregar à cooperação para o desenvolvimento. “Eu queria sentir que o que estava a fazer me fazia sentido, era útil, honesto, sério.”
Fez um mestrado em cooperação, desenvolvimento e ajuda humanitária em França. E trabalhou na Delegação Católica para a Cooperação (França), na Agência Católica para o Desenvolvimento no Exterior (Reino Unido) e na Cooperação Internacional no Ministério da Saúde (Portugal).


Não haverá na Europa melhor sítio para trabalhar do que o Reino Unido. “Há muita massa crítica, muito cruzamento entre mundo académico, organizações não-governamentais, sector público”, esclarece. Só que era em Portugal, onde o sector é mínimo e quase todo virado para o mundo lusófono, que ela e o marido queriam ver crescer os dois filhos. Queriam que tivessem avós, tios, primos.


Não tardou a regressar a uma organização católica. “Tenho um perfil de sociedade civil”, diz. Recebeu um convite para a FEC, para projectos nas áreas da educação, da saúde e da capacitação institucional. “Na sociedade civil há mais liberdade — não de meios, mas de fazer coisas.”


A ONGD conta com 15 pessoas em Lisboa e outras 50 em Bissau, onde, “pela instabilidade política e a dificuldade em encontrar organizações sólidas”, faz muito trabalho directo. Em Angola têm só um representante. Em Moçambique, outro. E Susana Réfega não está confinada ao escritório, embora saia muitíssimo menos do que antes de se ter tornado mãe. “Todos os anos tenho feito pelo menos uma missão”, assegura. Precisa disso. Gostava que o Ano Europeu do Desenvolvimento servisse para se perceber o que isso é. “Estamos todos neste planeta. Precisamos uns dos outros.”
João Martins, Director executivo ADRA, 39 anos


Aterrou em Luanda a 27 de Março de 2009. Devia seguir para Malanje, mas a cidade foi cercada por elementos da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). Teve de esperar três meses. Pôs-se a trabalhar nos campos de refugiados, onde a Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência (ADRA) fazia distribuição alimentar e educação infantil. Embarcou no primeiro voo humanitário. “Encontrámos uma situação indescritível. Tínhamos um raio de 20 quilómetros para nos movimentarmos. De resto, havia perigo de bombardeamentos desde que o sol se punha até que nascia. Vi crianças, mulheres, homens a morrer de fome. Uma cidade de 70 mil pessoas tinha mais 300 mil vindas de outras partes.”


Foi uma estreia dura aquela a que João Martins teve direito. Sentia que só havia duas hipóteses: reagir e socorrer quem tanto precisava ou horrorizar-se e fugir. Reagiu. Outros fizeram o mesmo. Aliaram equipas da ONU e de várias ONGD. “Montámos um programa. Cada um ficou com um plano de acção. A ADRA ficou com um projecto na área da saúde e outro na área da nutrição infantil.”


Para lá do horror da guerra, chocava-o a “hipocrisia”. Não era só o violento confronto entre a UNITA e o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Havia ali uma forte intervenção estrangeira. Angola foi uma espécie de palco da Guerra Fria e teve impacte no Congo e na Namíbia. “Era tudo uma questão de interesses”, diz. “As pessoas morriam de fome ou bombardeadas porque havia outros estados que estavam a tirar de lá recursos, petróleo ou diamantes, ao desbarato. Portugal vendia fardas, mas a África do Sul, os Estados Unidos, a Rússia…”


Tudo aquilo mexia com as suas entranhas. “Via passar grandes tanques, que destruíam estradas”, conduzidos por estrangeiros, e perguntava-se se estar ali, ainda que a prestar ajuda humanitária, de certo modo não era compactuar com tudo aquilo. Ao regressar a Portugal, afastou-se daquele universo.
Licenciado em Gestão de Empresas, João Martins começou a trabalhar numa multinacional de uma área em expansão, a informática. Tinha um bom salário e, ao mesmo tempo, um grande vazio. “Não me motivava saber que estava a contribuir para uns accionistas ganharem muito dinheiro. Achei que era interessante desenvolver a minha formação na área da cooperação para o desenvolvimento. Fui para Inglaterra fazer Mestrado em Estudos de Desenvolvimento Aplicados.”

Valorizaram-no no retorno. “Fui contactado por várias ONGD. Fui para São Tomé, para o Iraque… Entretanto, a ADRA falou comigo. Primeiro, fiquei responsável pela parte financeira e pelos projectos internacionais. Depois, fui convidado para assumir a direcção”, recorda. Foi há quase dez anos. João Martins tinha 30.


Era “um grande desafio”. A ADRA existe em 125 países. Atendendo a tal critério, é uma das maiores ONGD do planeta. Poder-se-á pensar que isto facilita o acesso aos fundos internacionais, mas não. Ainda que trabalhem em rede, mantêm independência. “Os conselhos de administração são nacionais. Cada ADRA está registada no seu país como ONGD nacional.”


Unem-se para responder a desastres naturais ou crises humanitárias ou para montar projectos de desenvolvimento comunitário. O vírus do Ébola na África Ocidental, por exemplo, está a ocupar diversas equipas. Uns distribuem alimentos a pessoas de quarentena, na Libéria. Na Serra Leoa, outros desenvolvem um programa de descontaminação para prevenir o avanço do vírus.

Entre as iniciativas portuguesas, nada parece gerar mais orgulho a João Martins do que o projecto das bibliotecas escolares em São Tomé e Príncipe. Numa primeira etapa, a ADRA-Portugal divulgou a iniciativa, recolheu livros infantis e didácticos e outro material escolar. Numa segunda, São Tomé fez a distribuição pelas escolas.

Ainda há pouco lá esteve. Aprofundaram a intervenção com crianças do ensino primário das escolas de Vila José e Ribeira Funda — tratam de distribuir uniformes aos alunos, de lhes providenciar duas refeições diárias, de apoiar as suas actividades. Mas não lhe falta trabalho por cá. Com a crise a galgar, a ADRA, como outras ONGD, decidiu agir em Portugal. “Começamos com apoio alimentar a famílias carenciadas, mas temos progredido e já temos projectos de formação, de capacitação.”

João Rabaça, Director comercial da CESO, 39 anos

Critica “o voluntarismo do ‘vamos construir poços em África’”, critica “o voluntarismo do ‘vamos dar água às pessoas’”, critica “o voluntarismo do ‘não vamos pensar muito na manutenção’”. A João Rabaça, vem-lhe à memória São Tomé e Príncipe e os seus inúmeros fontanários abandonados. É um princípio. “Não basta construir uma escola, pintá-la, dizer: está feito. É preciso pensar: É sustentável? Consegue perdurar? Como se pagarão os professores e a alimentação das crianças? Vamos recorrer à ajuda internacional? Pode ser, mas, como modelo de longo prazo, não funciona.”

Que não haja equívocos. Não nega a importância das acções de emergência. Aprendeu que cooperação para o desenvolvimento é outra coisa. “Não acredito na bondade pela bondade, na doação pela doação. Uma coisa é o cidadão comum fazer uma doação e outra coisa é quem tem obrigação de a transformar limitar-se a transferi-la. Nisso não acredito. Nisso nunca acreditei.”

Veio de outro mundo. Licenciou-se em Biologia. “Queria mergulhar.” E mergulhou, mergulhou logo. Foi investigador de ecologia marinha, em Sines. Mas não, não era aquilo. “Na Biologia faltavam pessoas.” Não se livrou de um elemento. “Acabei quase sempre por cair dentro de água.”

“Há um magnetismo”, confessa. “Não consigo aceitar que em 2015 haja pessoas que não têm acesso a água e a saneamento. Temos carros, telemóveis, aviões, todo um sistema mundial de produção, e há pessoas sem água? É tão elementar que é irreal. Tem sido esse o enfoque do meu trabalho.”

Vem-lhe à cabeça uma imagem que captou no Cazenga, um bairro da periferia de Luanda. “Era a altura das chuvas. Numa avenida larga, um camião com lixo a sair. É uma metáfora. Todo aquele lixo no meio da água. A água é importante e as pessoas não têm água, a água está com o lixo.”

Frequentava a Universidade de Évora quando se interessou por algo que não conseguia ainda identificar, que só mais tarde percebeu ser “cooperação para o desenvolvimento”. Participou num projecto na área científica, com o Museu de História Natural de Maputo. “Ficou-me esta coisa...” Mas o que fazer com ela? Em Portugal, o sector permanecia “um submundo”. Como entrar?

Testou as suas capacidades na comunicação de ciência (trabalhou no jornal Água e Ambiente), só que “a coisa” continuava dentro dele, a remoer. “Há uma dimensão política. Não no sentido da política partidária, no de compromisso que cada um pode assumir enquanto cidadão do mundo. O mundo não é só Lisboa, Portugal, Europa. Esquecemo-nos muitas vezes que a responsabilidade de cada um vai para além de nós enquanto cidadãos de uma cidade, de um país, de um continente.”

Decidiu voltar a estudar. Fez as malas e rumou a Inglaterra para frequentar um mestrado que lhe permitia relacionar recursos naturais e pobreza, agricultura e desenvolvimento rural. As portas abriram-se. Empregou-se na Alemanha, na ICELI — Local Governments for Sustainability, uma rede de municípios com escritórios em diversas partes do mundo. Entusiasmou-se com um projecto de cooperação destinado a promover a participação de governos locais na gestão de recursos hídricos — Moçambique, Zimbabwe, Botswana e África do Sul. Viajou várias vezes, sem meter as mãos na massa. “Era um projecto de investigação para desenvolver ferramentas de trabalho.” Só passou à acção directa quando voltou a Portugal e começou a trabalhar na TESE-Associação para o Desenvolvimento.

Marcou-o Bafatá, na Guiné-Bissau. “Foi um dos primeiros projectos com uma certa dimensão que a TESE teve”, conta. “Numa cidade de cerca de 30 mil habitantes, as pessoas abasteciam-se no rio, numas fontes em mau estado. Hoje, há um centro de distribuição e a água é paga. A água é um serviço, deve ter um pagamento, o que não quer dizer que toda a gente deve pagar ou pagar o mesmo.”

Há todo um debate sobre ONGD. João Rabaça não quer ir por aí: “Há gente mais pragmática, menos pragmática, mais comprometida, menos comprometida em todo o lado. O que não há, se calhar, é gente tão comprometida e situações tão sem sentido como esta de haver tanta gente sem acesso a água.”

Já não trabalha numa ONGD. Mudou-se para uma empresa de consultadoria, a CESO — Development Consultants, com sede em Lisboa. Acredita “em transferir serviços ou capacidade de prestar serviços” e, de certo modo, é isso que continua a fazer. “Ajudamos a desenvolver ferramentas, competências técnicas, estudos que permitem aos estados reforçar a actuação e com isso promover o desenvolvimento.” Também ajudam a gerir a ajuda ao desenvolvimento, essa transferência de verba que “decorre de uma responsabilidade global que temos enquanto pessoas”.


Mónica Frechaut, Mediadora cultura do CPR, 36 anos


Quando vai às escolas, os mais pequenos perguntam-lhe por que fogem as pessoas. Mónica Frechaut fá-los pensar em variáveis como etnia, nacionalidade, religião. “Se existem tantos refugiados no mundo, por que Portugal tem tão poucos?” Ela mostra-lhes o mapa, fala na distância a que o país está dos principais conflitos. “Ficam um bocado surpreendidos quando digo que alguns apanham um avião. Têm ideia de que os refugiados vêm todos de barco, não têm condições económicas, vêm de países africanos. Desconstruímos essa ideia. Dizemos que o refugiado pode ser qualquer um. No fundo, nunca sabemos quando é que podemos ser perseguidos, quando é que o Estado deixa de nos proteger, quando temos de procurar um lugar seguro.”


Cresceu no Bairro da Bela Vista, em Setúbal. Conviveu com o preconceito, a discriminação. Viu efeitos disso tudo nas relações entre pares, nas repartições públicas, no acesso ao mercado de trabalho. Ainda estudante de Psicologia, entrou no movimento anti-racista. Na hora de fazer a tese, quis estudar o racismo. “Como é que uma pessoa é racista?”, perguntava-se. “Tem que ver com esquemas mentais, com a forma como formamos impressões sobre outras pessoas. E tem que ver com experiência pessoal. Muitas vezes, não têm conhecimento, não olham para os outros como indivíduos mas como membros de grupos. Têm ideias preconcebidas, fazem generalizações.”


Ainda fez investigação no ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa, dois anos antes de Teresa Tito Morais a convidar para o Conselho Português dos Refugiados (CPR), uma ONGD fundada em 1991 com dois trabalhadores, alguns voluntários e o patrocínio da Agência da ONU para os Refugiados — ACNUR.
Tinha andado a estudar migrações. Tinha-se debruçado, ainda que pouco, sobre a problemática das mulheres refugiadas. “Já conhecia os desafios. Já conhecia as diferenças brutais que existem entre imigrante e refugiado, entre deixar um país de forma voluntária e deixar um país porque se é obrigado, porque não garante a segurança, o respeito pelos direitos humanos.”


Pode não ser óbvio, mas existem pontes entre migração forçada e desenvolvimento. Desde logo, “o ‘mau desenvolvimento’ é gerador de refugiados”. Há sempre gente a fugir “quando não há processos democráticos, quando falta liberdade, quando falta respeito pelos direitos fundamentais”.


Um afluxo pode gerar tensão na região. Na sequência do conflito que se arrasta há cinco anos, 620 mil sírios refugiam-se na Jordânia, por exemplo. Ainda há pouco, o alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, disse que tal suscita uma “pressão dramática na economia e na sociedade do país”.


“É um exercício de solidariedade, de partilha de responsabilidades”, salienta Mónica Frechaut. “Faz sentido que os países europeus se possam comprometer mais na reinstalação de refugiados”, prossegue. É uma solução prevista pelo ACNUR, quando não é possível o retorno voluntário ao país de origem nem a integração no país de acolhimento. Há uma quota por país. Portugal comprometeu-se a receber até 30 por ano. No ano passado, ficou-se pelos 14. No ano anterior, pelos 29.


Os números são sempre baixos em Portugal. No ano passado, houve 442 pedidos de protecção internacional nos postos de fronteira ou no território nacional: 279 foram admitidos — 19 com estatuto de refugiado (Irão, Arménia, Marrocos, Rússia, Quénia) e 89 com autorizações de residência por razões humanitárias (Ucrânia, Paquistão, Guiné-Conacri, Eritreia).


“É importante dar ferramentas ao nível da educação, dar formação a estas pessoas”, diz. “Um dia, podem querer voltar aos seus países de origem e podem ajudar a reconstruí-lo, podem ser centrais no seu desenvolvimento. Tudo o que Portugal lhes oferecer está a oferecer ao desenvolvimento.”


Até pelo número diminuto, pouco se sabe sobre refugiados. “Cabe-nos tentar que a população esteja mais esclarecida”, refere. Dedica-se à informação pública. Auxilia jornalistas. Faz sessões nas escolas. E, de certa forma, é como se voltasse ao princípio. “A questão da discriminação é um problema e é transversal. Tentamos sensibilizar os mais jovens para os problemas dos refugiados em particular. As crianças e os jovens interessam-se e isso é importante para se criar uma cultura de respeito.”

Fonte: Público

A COMUNIDADE GUINEENSE ESPALHADA NOS PALOPS ESTÃO A TORCER PARA QUE A MESA REDONDA DÊ CERTO

Muito obrigado, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé!

sábado, 21 de março de 2015

UM JORNALISMO DE RIGOR, RESPONSABILIDADE, TRANSPARÊNCIA E ISENÇÃO

Progresso Nacional que passou também a ser internacional continua na linha da frente
da informação. Li gora ku nô ta mata mamé di autor hora ku nô fala kuma nô sta na linha
da frente da informação.

PAIGC FRANÇA APOIA A MESA REDONDA DE BRUXELAS





O PAIGC Secção - FRANÇA apoia a iniciativa do nosso Governo para a realização da  "Mesa Redonda" do dia 25 de março de 2015.

O contexto actual oferece uma enorme perspectiva de paz definitiva rumo ao desenvolvimento para a Guiné-Bissau.
A nossa participação no "Fórum Nacional de Partilha da visão 2025" realizado em Bissau no dia 10 de março de 2015, demostra a importância de nos mobilizar e de apoiar incondicionalmente o nosso Governo nesse exercício tão importante para toda a Nação Guineense.
Foi neste contexto que associou a Diaspora como um dos principais actores e promotores de desenvolvimento.

O sucesso da Mesa Redonda permitira, em fim, ao Governo realizar os projectos e programas de desenvolvimento; melhorar as condições do Estado e combater a miséria social.

Com o apoio dos principais parceiros econômicos da Guiné-Bissau nessa fase decisiva da sua historia, o governo poderá realizar os seus programas e atingir os seus objectivos de desenvolvimento sustentável do pais.

A esse efeito, esperamos que a Comunidade internacional apoiara massivamente o Governo de Domingos Simoes Pereira e a Republica da Guiné-Bissau para a realização de seu programa e perspectivas : Visão 2025.

Esta iniciativa representa uma esperança imensa para o povo da Guiné-Bissau depois de tantos sofrimentos.

Por isso, pedimos a todas as forças politicas, instituições e as populações Guineenses de se unirem para o sucesso da Mesa Redonda !

Paris dia 21 de março de 2015

Jorge Albino Monteiro
Presidente
Direcção PAIGC_Secção FRANÇA