quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

JORNAL DEMOCRATA


ANP: MINISTRO DA ADMINISTRA INTERNA, BOTCHÉ CANDÉ VAI AO PARLAMENTO ESTA QUINTA-FEIRA, DIA 27, ESCLARECER O EPISÓDIO OCORRIDO ESTE FIM-DE-SEMANA COM UMA FACÇÃO DOS INDEPENDENTISTAS DE CASAMANCE EM FARIM, SECÇÃO DE DJUMBEMBE.

SENEGAL ACOLHE PRIMEIRO FÓRUM ECONÓMICO DA FRANCOFONIA



O primeiro Fórum Económico da Francofonia (FEF) realizar-se-á de 1 a 2 de Dezembro próximo em Dakar, anunciou esta semana o ministro senegalês dos Negócios Estrangeiros e Senegaleses do Exterior, Mankeur Ndiaye.

Falando em conferência de imprensa, o chefe da diplomacia senegalesa indicou que o fórum versará sobre a agricultura, infraestruturas, a tecnologia, a saúde e o turismo, entre outros.

O encontro inscreve-se no quadro da XV cimeira da Organização Internacional da Francofonia (OIF) prevista para sábado e domingo próximos na capital senegalesa onde  é esperado quinta-feira o Presidente das ilhas Maurícias, Kailash Purryag.

Entre os cinco candidatos declarados para suceder a Abdou Diouf, secretário-geral cessante da OIF, figura o Maurício Jean-Claude de l'estrac.

JOSÉ SOCRATES QUEBRA O SILÊNCIO E PROMETE DESMONTAR A CABALA MONTADA CONTRA A SUA PESSOA.




 
O advogado de José Sócrates, João Araújo, enviou um comunicado ditado pelo ex-primeiro-ministro às redações da rádio TSF e do jornal Público.

O antigo chefe de Governo considera que as acusações que lhe são imputadas são "absurdas, injustas e infundamentadas". O ex-governante diz ainda que a prisão preventiva é "injustificada e constitui uma humilhação gratuita".

Leia o comunicado de José Sócrates na íntegra

"Em 26 de Novembro de 2014, Há cinco dias "fora do mundo", tomo agora consciência de que, como é habitual, as imputações e as "circunstâncias" devidamente selecionadas contra mim pela acusação ocupam os jornais e as televisões. Essas "fugas" de informação são crime. Contra a Justiça, é certo; mas também contra mim. Não espero que os jornais, a quem elas aproveitam e ocupam, denunciem o crime e o quanto ele põe em causa os ditames da lealdade processual e os princípios do processo justo.

Por isso, será em legítima defesa que irei, conforme for entendendo, desmentir as falsidades lançadas sobre mim e responsabilizar os que as engendraram.

A minha detenção para interrogatório foi um abuso e o espetáculo montado em torno dela uma infâmia; as imputações que me são dirigidas são absurdas, injustas e infundamentadas; a decisão de me colocar em prisão preventiva é injustificada e constitui uma humilhação gratuita.

Aqui está toda uma lição de vida: aqui está o verdadeiro poder - de prender e de libertar. Mas, em contrapartida, não raro a prepotência atraiçoa o prepotente.

Defender-me-ei com as armas do Estado de Direito - são as únicas em que acredito. Este é um caso da Justiça e é com a Justiça Democrática que será resolvido.

Não tenho dúvidas que este caso tem também contornos políticos e sensibilizam-me as manifestações de solidariedade de tantos camaradas e amigos. Mas quero o que for político à margem deste debate. Este processo é comigo e só comigo.
Qualquer envolvimento do Partido Socialista só me prejudicaria, prejudicaria o Partido e prejudicaria a Democracia. Este processo só agora começou.

Évora, 26 de Novembro de 2014

José Sócrates"





ARN: DEPOIS DE LANÇAMENTO DO REGISTO NO DOMÍNIO "GW", PREPARA AGORA EM PARCERIA COM O MINISTÉRIO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL, ATELIER DE VALIDAÇÃO DE ESTRATÉGIA NACIONAL DE TRANSIÇÃO ANALÓGICA A DIGITAL, A DECORRER ENTRE OS DIAS 2 E 3 DE DEZEMBRO PRÓXIMO NO HOTEL AZALAI EM BISSAU.

ATROCIDADE, ABUSO OU LEGÍTIMA DEFESA: UM AGENTE DE DEFASA (MILITAR FARDADO E ARMADO) EM SERVIÇO NO HOSPITAL MILITAR SINO-GUINEENSE ALVEJOU MORTALMENTE A TIRO ESTA QUARTA-FEIRA, DIA 26, UM CIDADÃO NIGERIANO. FALA-SE QUE O MALOGRADO É DÉBIIL MENTAL. SERÁ QUE ISTO JUSTIFICA O ASSASSINATO???

PRIMEIRO MINISTRO, DOMINGOS SIMÕES PEREIRA REGRESSOU ESTA MADRUGADA AO PAÍS DEPOIS DE AUSÊNCIA QUE O LEVOU A NOVA IORQUE E CUBA.

quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

COMUNICADO DE IMPRENSA DHL

As PME internacionais não reconhecem o potencial de crescimento de África

•          Preferem fazer negócio com outras economias emergentes

•          As PME preveem gerar até 50% das suas receitas a nível internacional até 2019

CAPE-TOWN, South-Africa, November 26, 2014/ -- De acordo com um estudo aprofundado realizado pela Economist Intelligence Unit (EIU) para a DHL Express (http://www.dpdhl.com), cerca de 40% das PME (pequenas e médias empresas) a nível mundial não veem em África uma oportunidade de crescimento, apesar dos relatos positivos ao nível do crescimento económico e da crescente classe média na região.

O estudo revela também que, apesar de muitas multinacionais e empresas públicas estarem ativamente a tirar partido das oportunidades que África oferece, as PME ainda estão apreensivas e optam por fazer negócio com outros mercados emergentes.

Charles Brewer, Diretor-geral da DHL Express da África Subsariana, afirma que apesar dos desafios atuais para atrair o interesse das PME globais, as conclusões deste estudo destacam o potencial inexplorado que ainda existe no continente.

“O facto de as PME preverem gerar até 50% das suas receitas a nível internacional até 2019 é um ponto positivo muito importante e que realça as inúmeras oportunidades para África, do ponto de vista do investimento e da criação de emprego.”

Brewer afirma que, de acordo com o estudo, no qual foram inquiridos 480 executivos de PME e especialistas de grupos de lobbying empresarial, as PME são desencorajadas pelo baixo nível de gasto médio do consumidor africano, pelos desafios culturais e de infraestruturas, bem como por ineficiências, tais como a corrupção e o risco político na região.

Brewer explica que o maior obstáculo consiste em ultrapassar as condições específicas de cada mercado. A qualidade da infraestrutura de um mercado-alvo, a sua estabilidade política, os custos administrativos associados a estabelecer uma presença local e as diferenças culturais ao fazer negócios foram citados pelos executivos inquiridos como os fatores que os desencorajaram de entrar em novos mercados. 

“O desconhecimento dos mercados estrangeiros recebeu particular atenção, com 84% dos inquiridos a descrever a compreensão da cultura ou idioma de um mercado-alvo como importante ou muito importante para determinar a sua atratividade. Tal também explica o porquê da maioria das PME se expandir normalmente para mercados que se assemelham ao seu próprio mercado.”

“Isso é evidente em África, onde as empresas que pretendem expandir-se para o continente utilizam normalmente uma única abordagem. Devido às inúmeras culturas, idiomas e costumes no continente, é necessário efetuar muita pesquisa em cada região e os serviços e produtos têm de ser especificamente adaptados a cada país. África não é um país”, afirma Brewer.

Em termos de tática de expansão, o inquérito revela que as parcerias são um fator importante para as PME. O estudo identificou uma série de abordagens inovadoras nesta área, tal como “aproveitar” a rede de retalho existente de outra empresa para entrar no mercado subsariano em África.

“Várias multinacionais e empresas têm tido bastante êxito em África, sendo a DHL um exemplo paradigmático. E a boa notícia para as PME é que estas têm a vantagem de ser mais ágeis para se adaptarem rapidamente e explorarem as oportunidades disponíveis. Um espírito empreendedor é fundamental para o sucesso das pequenas empresas. Também nós começámos como uma PME em 1969 e, como se diz, o resto é história. Também nos concentrámos em parcerias em África e agora temos uma presença de retalho em mais de 3500 pontos de venda por toda a África.

“Trabalhamos com milhares e milhares de PME por toda a África e temos assistido à forma como essas empresas conseguem estabelecer uma presença na região com sucesso. Com o apoio dos parceiros certos, uma cadeia de abastecimento bem concebida, um claro entendimento das suas vantagens competitivas e a mentalidade certa, as PME podem ultrapassar qualquer fronteira e fazer do mundo o seu mercado”, conclui Brewer.

O relatório completo da EIU e DHL Express, Breaking borders: From Canada to China, barriers overshadow growth for expanding SMEs (Derrubar fronteiras: do Canadá à China, barreiras ofuscam o crescimento para PME em expansão), pode ser consultado em http://www.economistinsights.com/countries-trade-investment/analysis/breaking-borders.

Distribuído pela APO (African Press Organization) em nome da Deutsche Post DHL


Contacto para meios de comunicação social:
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megan.collinicos@dhl.com

DHL – A empresa de logística para o mundo

O BOAD EMITE UM EMPRÉSTIMO OBRIGACIONISTA NO MONTANTE DE 40 MIL MILHÕES DE FRANCOS CFA

LOME, Togo, November 26, 2014/ -- O Banco de Desenvolvimento da África Ocidental (BOAD) (http://www.boad.org) emite, em conformidade com o seu programa anual de emissões, um empréstimo obrigacionista, através de oferta pública com subscrição de 1 a 19 de dezembro de 2014, no montante de 40 mil milhões de FCFA, ou seja, um preço de 10 000 FCFA por obrigação, a uma taxa de rentabilidade líquida de impostos de 5,95%. As subscrições podem ser efetuadas na sede do BOAD em Lomé, nas representações permanentes do banco, instaladas nos edifícios das agências nacionais do BCEAO ou junto dos SGI (1) homologados da UEMOA.

Logo: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/boad-1.jpg

Os fundos angariados no âmbito desta nova operação irão permitir ao BOAD aumentar as suas intervenções a favor de projetos relevantes no setor de bens transacionáveis público e privado da União Económica e Monetária da África Ocidental.

Contando com 26 linhas de empréstimo emitidas até ao final de outubro de 2014 para um montante superior a 750 mil milhões de FCFA em recursos mobilizados desde 1993, data da sua primeira operação, o BOAD continua a ser atualmente o emitente não soberano de referência no mercado regional de capitais. Neste âmbito já foram realizadas 2 operações com sucesso em 2014, nos meses de janeiro e de julho, permitindo mobilizar cerca de 180 mil milhões de FCFA.

Os títulos BOAD conferem uma garantia de rentabilidade, segurança e liquidez, baseada sobre o desempenho da instituição e os seus rendimentos são isentos de impostos e comissões.

(1) Sociedade de gestão e de intermediação

Distribuído pela APO (African Press Organization) em nome da Banco de Desenvolvimento da África Ocidental (BOAD).


Para mais informações:
Direção de Comunicação, Marketing
e Relações Públicas (DCMRP)
Tel.: +228    22 23 27 09
Fax: +228 22 23 24 38
WEB : www.boad.org

Sobre o BOAD
O BOAD (http://www.boad.org) é a instituição comum de financiamento do desenvolvimento dos países da União Monetária da África Ocidental (UEMOA). Tem como missões a promoção do desenvolvimento equilibrado dos seus Estados-membros e a contribuição para a concretização da integração económica da África Ocidental.
As suas intervenções de apoio ao setor de bens transacionáveis da União ascendiam, no final de outubro de 2014, a 1956 mil milhões de FCFA, o que equivale a cerca de 63% dos seus compromissos globais, que são da ordem de 3127 mil milhões de FCFA para o período em questão.

SOURCE 
West African Development Bank (BOAD)

A SESSÃO PARLAMENTAR VAI CONTINUAR HOJE A ANALISAR AS QUESTÕES DE DEFESA E SEGURANÇA E AINDA AS QUESTÕES SOCIAIS

APÓS O PEDIDO VEIO A CONFIRMAÇÃO. O CONSELHO DE SEGURANÇA DAS NAÇÕES UNIDAS DECIDIU PROLONGAR O MANDATO DA ONU NA GUINÉ-BISSAU

VEJA AQUI

terça-feira, 25 de Novembro de 2014

COMUNICADO DA LIGA GUINEENSE DOS DIREITOS HUMANOS



NOTA DE CONDOLÊNCIA
Foi com profunda consternação que a Liga Guineense dos Direitos Humanos tomou conhecimento da morte de Nicolácia Maria Gomes, membro do Conselho Nacional e  Presidente desta organização na região de Gabu.

A malograda que no dia 25 de Novembro de 2014, deixou por força do destino, o mundo dos vivos, foi uma figura de destaque na luta pelos direitos humanos, em especial na região de Gabu.  
 
Nicolacia Maria Gomes sempre foi uma activista incansável e corajosa, tendo dedicado toda a sua vida enquanto voluntária, pela defesa dos valores estruturantes do Estado de Direito. 

Em virtude das suas qualidades profissionais e determinação na defesa dos direitos humanos, a LGDH gotaria de recohecer publicamente que sofreu uma perda irreparável com o desaparecimento físico da Senhora Nicolacia Maria Gomes que em muito contribuiu para a promoção e protecção dos direitos humanos no país.
 
Neste momento de dor e de angústia, a LGDH apresenta as suas mais sentidas condolências à familia enlutada  e a todos os activistas dos direitos humanos. 

Que a sua alma descance em paz e na Gloria para sempre.

Pela Paz, Justiça e Direitos Humanos

Feito em Bissau aos 25 de Novembro de 2014

A Direcção Nacional
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ACABAMOS DE VER NA TELEVISÃO A SITUAÇÃO QUE ACONTECEU COM OS REBELDES DE CASAMANCE

Os rebeldes de Casamance reclamam que uma parte de São Domingos pertence ao
Senegal. Hoje vimos as imagens na TV. Ma é rebeldes ka ta burgunhu bô! Casamance
ka djusta bôs ? Bô misti kamba pa no ladu. Li Findi kadera na sai gora dé.

PROGRESSO NACIONAL O 2º BLOG GUINEENSE MAIS LIDO

Progresso Nacional na linha da frente da informação

SERÁ QUE HÁ ALGUEM QUE POSSA CRIAR UMA PARQUE PARA AS CRIANÇAS BRINCAREM OU UM ZOO

Temos tantas limárias em Bissau, podiamos apenas abrir um Zoo e enfia-los
todos lá. Mas agor mais sériamente é necessário algo para as nossas crianças
brincarem.

DIAS DIAS SEM LUZ MBÉ!!! TEMOS ESTADO A ELOGIAR ESTE GOVERNO MAS ASSIM VAMOS TER DIFICULDADES EM CONTINUAR COM ESSES ELOGIOS

Não é bom perderem esta performance! Bô cunssa dritu i bom bô continua dritu.

O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS ORGANIZA NOS DIAS 26, 27 E 28, CONFERÊNCIA SOBRE A FISCALIDADE GUINEENSE, SUBORDINADA AO TEMA, “FISCALIDADE GUINEENSE, UMA TRANSIÇÃO INACABADA.”



A realizar-se num dos hotéis da capital, é a primeira vez a ter lugar no país uma conferência do género, volvidos mais de 30 anos sobre a primeira grande reforma fiscal ocorrida nas terras de Cabral.

De acordo com uma nota de imprensa do Ministério da Economia e Finanças, o sistema fiscal no presente momento, congrega um vasto leque de fragilidades, nomeadamente, ausência de sistematicidade, falta de coerência, complexidade de algumas leis herdadas do período colonial, desuso e anacronismos de algumas figuras tributárias.

Aliada a esta realidade, a administração fiscal enfrenta inúmeras dificuldades de gestão e fiscalização dos benefícios fiscais.

De acordo ainda com a nota, associada a esta realidade e cientes dos desafios  da alavancagem da economia do país, os impostos devem afirmar-se como um imprescindível instrumento de recuperação económica.