NUNCA VI
TANTA IMATURIDADE E AMADORISMO NOS DIRIGENTES DO MEU PAIS, COMO ESTOU A VER COM
ESTE GOVERNO DE TRANSIÇÃO.
Desde os primeiros
dias que seguiram ao golpe de Estado de 12 de Abril, apercebi-me logo que a Guiné-Bissau caiu nas mãos de amadores
em termos de governação e que o nosso País estaria sujeito a situação de isolamento total, pois logo depois
da composição do governo de Transição assistimos a um desastre do Ministro dos
Neg. Estrangeiros, Senhor Faustino Imbali ao afirmar emotivamente numa
entrevista, de certeza por ter conseguido o emprego, que cito «
vamos explicar a comunidade internacional as razões deste Golpe de Estado »
Este sinal de
incapacidade e amadorismo vem-se consolidando cada vez que o Porta voz do
governo, o Ministro Nando Vaz, fale a imprensa e o último episódio foi ontem,
22 de Abril 2013, no Comunicado do Conselho de Ministros em reação as acusação
pelos EUA do CEMGFA Gen. Antonio Indjai.
Qualquer guineense
digno esperava que o governo de transição ofereça aos EUA a sua total colaboração
com vista a extradição do General Antonio Indjai, por este ser acusado entre
outros, de terrorismo internacional, nestas situações, pode-se até dispensar a
inexistência de acordo de extradição e era uma oportunidade para mostrar ao
Mundo que as autoridades estão dispostas a colaborar no combate ao tráfico de
droga e crime organizado ( nos tambi bô mati la).
O governo de transiçao não só teve esta grave
omissão nas suas deliberações mas cometeu ainda um gravissimo erro de afirmar,
cito « …Não deixamos, porém de
ficar surpreendidos com mais este insólito e provocatório comportamento do
governo cabo-verdiano quando usa de dois pesos e duas
medidas na sua contribuição ao combate à criminalidade na sub-região. Basta recordar a sua cumplicidade, na passagem pelo seu território de armas emedicamentos destinados aos combatentes dp MFDC de Casamança, provas que o Governo de Transição possui e as remeterá aos parceiros internacionais.»
medidas na sua contribuição ao combate à criminalidade na sub-região. Basta recordar a sua cumplicidade, na passagem pelo seu território de armas emedicamentos destinados aos combatentes dp MFDC de Casamança, provas que o Governo de Transição possui e as remeterá aos parceiros internacionais.»
Isto nao é uma atitude digna de um Estado, o
governo de transição deveria ter a noção
de que o Senegal e Cabo Verde estão muito concentrados na luta
contra a probreza, para o desenvolvimento e bem estar dos seus respectivos
Paises e povos, portanto nao agitem as relações diplomáticas entre os dois Países.
Esta é uma tamanha irresponsabilidade e deixa
claramente transparecer a incompetência e amadorismo das pessoas que estão
dirigir esta transição ( bo tem pacenca, gestao de Estado ka djunto
ku discusao de bancadas, de bares, de fera de bamdi ou ainda kil fama de fala,
no na mostra elis se lugar).
Por favor façam o uso
da Diplomacia nesta transição, porque nunca funcionou.
Bem haja: NO PENSA
TERRA