terça-feira, 23 de abril de 2013

OPINIÃO: IMATURIDADE E AMADORISMO DO GOVERNO DE TRANSIÇÃO

NUNCA VI TANTA IMATURIDADE E AMADORISMO NOS DIRIGENTES DO MEU PAIS, COMO ESTOU A VER COM ESTE GOVERNO DE TRANSIÇÃO.
Desde os primeiros dias que seguiram ao golpe de Estado de 12 de Abril, apercebi-me logo  que a Guiné-Bissau caiu nas mãos de amadores em termos de governação e que o nosso País estaria sujeito a  situação de isolamento total, pois logo depois da composição do governo de Transição assistimos a um desastre do Ministro dos Neg. Estrangeiros, Senhor Faustino Imbali ao afirmar emotivamente numa entrevista, de certeza por ter conseguido o emprego, que cito «  vamos explicar a comunidade internacional as razões deste Golpe de Estado »
Este sinal de incapacidade e amadorismo vem-se consolidando cada vez que o Porta voz do governo, o Ministro Nando Vaz, fale a imprensa e o último episódio foi ontem, 22 de Abril 2013, no Comunicado do Conselho de Ministros em reação as acusação pelos EUA do CEMGFA Gen. Antonio Indjai.
Qualquer guineense digno esperava que o governo de transição ofereça aos EUA a sua total colaboração com vista a extradição do General Antonio Indjai, por este ser acusado entre outros, de terrorismo internacional, nestas situações, pode-se até dispensar a inexistência de acordo de extradição e era uma oportunidade para mostrar ao Mundo que as autoridades estão dispostas a colaborar no combate ao tráfico de droga e crime organizado ( nos tambi bô mati la).
O governo de transiçao não só teve esta grave omissão nas suas deliberações mas cometeu ainda um gravissimo erro de afirmar, cito « …Não deixamos, porém de ficar surpreendidos com mais este insólito e provocatório comportamento do governo cabo-verdiano quando usa de dois pesos e duas
medidas na sua contribuição ao combate à criminalidade na sub-região. Basta  recordar a sua cumplicidade, na passagem pelo seu território de armas emedicamentos destinados aos combatentes dp MFDC de Casamança, provas que o Governo de Transição possui e as remeterá aos parceiros internacionais.»
Isto nao é uma atitude digna de um Estado, o governo de transição deveria ter a noção  de que o Senegal  e Cabo Verde estão muito concentrados na luta contra a probreza, para o desenvolvimento e bem estar dos seus respectivos Paises e povos, portanto nao agitem as relações diplomáticas entre os dois Países.
Esta é uma tamanha irresponsabilidade e deixa claramente transparecer a incompetência e amadorismo das pessoas que estão dirigir esta transição ( bo tem pacenca, gestao de Estado ka djunto ku discusao de bancadas, de bares, de fera de bamdi ou ainda kil fama de fala, no na mostra elis se lugar).
Por favor façam o uso da Diplomacia nesta transição, porque nunca funcionou.

Bem haja: NO PENSA TERRA