sábado, 20 de abril de 2013

RUSSEL RANKS A HISTORIA DO "AMIGO" AMERICANO QUE ENGANOU TUDO E TODOS

De certeza que se lembrarão que depois do golpe militar de 12 de Abril de 2012
os Estados Unidos da América foram os primeiros a reconhecer as autoridades
de transição na Guiné-Bissau. Inclusivé existe uma celébre frase do Ministro da
Presidência, Fernando vaz que disse que "apartir do momento que os americanos
reconhecem este governo penso que o mundo devia seguir esse exemplo". E na
altura o diplomata americano que desceu a Bissau foi um tipo de rabo de cavalo
como o Aly várias vezes o chamou. E nós aqui reconhecemos mérito ao Aly
porque ele sempre desconfiou deste tipo. Voçês já viram um diplomata americano
com o cabelo tipo no wild west.

Bom, o Governo na sua inoçência e os militares ficaram todos contentes porque o
país mais poderoso do mundo tinha aceite trabalhar com eles. Infelizmente não
sabiam que isso fazia parte de um plano mais amplo do americanos de meterem
todos num barco e levar para os EUA. Nós gostamos do pragamatismo dos
Americanos ao contrário da intransigência dos Europeus. Os Americanos pensaram
rapidamente e decidiram que não valia a pena estar contra este Governo porque isso
não era produtivo do ponto de vista estratégico uma vez que iria criar logo dissabores.

Por isso enquanto, Paulo Portas, Georges Chikoty, Durão Barroso e outros continuavam
na má estratégia de criticar e de denunciar os Americanos na pessoa de Russel Ranks vinha
a Bissau quase de quinze em quinze dias para afirmar ao Governo de Transição a sua
fidelidade. Nesse sentido este Governo e as chefias militares acreditaram neste Americano
sem nunca perceber que este tipo é agente dos serviços secretos e que ao longo do tempo
foi estudando a mentalidade e forma de agir da nossa gente. Depois de Russel Ranks
compreender que estava a lidar com presa fácil montou o seu plano com o apoio da DEA
e executou bem. É por isso que nós dizemos que o Americano tem inteligência nata. Neste
momento estão a resolver o problema da Guiné-Bissau ku djito. Ou seja sem guerras e sem
derramamento de sangue. Oxalá que continuem assim e que se faça de facto uma limpeza
geral nestas nossas forças armadas para que o povo possa viver em paz.