Cada hora que passa a situação complica-se na Guiné-Bissau. Ambas partes
no conflito institucional procuram aliados para ganhar esta batalha.
A Lei Magna confere ao Presidente da Repùblica a possibilidade de
dissolver o Parlamento em caso de crise institucional. Se houver
dissolução do Parlamento, iremos para novas Eleições Legislativas,
cenario que alargara margem de manobra do Jomav a curto prazo, mas serà
um suicidio politico.
A Lei Magna confere tambem a Assembleia Nacional Popular o direito de
destituir o Presidente da Repùblica em caso de traição a Patria (desvio
de fundos, por em perigo a estabilidade e a Paz social, desacato à
Simbôlos nacionais).
O Orgão de Soberania a desencadear primeiro ato, tomarà uma vantagem
porque uma vez o Presidente destituido, Jomav serà obrigado a acatar uma
decisão do Parlamento. Só que esta opção leva mais tempo, porque tem
que ser aprovado por maioria absoluta dos Deputados e tem que ser
enterinado pelo Supremo Tribunal de Justiça.
A dissolução do Parlamento tem efeitos imediatos. E por isso que o Jomav
esta ainda a consultar pessoas que poderão assumir a liderança de um
Governo de Iniciativa Presidencial.
A verdade é que Jomav jà não tem condições para presidir a Guiné :
arrebentou com os sucessos da Mesa Redonda, pondo em perigo a Paz
social, quebrou a imagem positiva do País no exterior e a sua vontade de
querer ou de dar a entender que quer derrubar o Governo teve por efeito
perdas importantes de receitas ao Tesouro Pùblico.
Jomav não se importa da nossa indepêndencia nacional é o que explica os
atos de desrespeito aos nossos Simbôlos Nacionais e ir respondendo a
Presidentes estrangeiros esquecendo que somos um Estado Soberano.
P.T