"Vou-te dizer em público o que já te tinha dito em privado: não há
guerras pessoais entre líderes que o povo ganhe. Baixa as armas, que têm
sido as tuas palavras, ouve e escuta o povo", defendeu Cassamá.
"Aqui estamos firmes e determinados a que se respeite o povo e que se
pense pelo povo", pediu Cassamá, que ainda não sabe quais os passos a
serem dados pelo Presidente do país depois de demitir o Governo.
"Ninguém conhece o Cipriano neste país como mentiroso", sublinhou Cassamá, merecendo a solidariedade da maioria de deputados.