sexta-feira, 13 de maio de 2016

OPINIÃO: PROMISCUIDADE ENTRE O PODER POLÍTICO, DIPLOMACIA E PODER JUDICIAL

O Mota (Armindo Marques Vieira), juiz-conselheiro do supremo tribunal de justiça está radicado em Lisboa há muitos anos, alegadamente por razões de saúde. Por razões de saúde, está enquadrado na Embaixada da Guiné-Bissau em Portugal.

De repente, voa para Bissau nas vésperas do julgamento dos incidentes de fiscalização da constitucionalidade sobre a perda de mandato dos 15 deputados... e integra, por poucos dias, o colectivo do Supremo que julgou esses processos.

Mal saiu o último acórdão que muito alegrou os 15 deputados expulsos, o bando presidencial e outros artistas da praça, o Mota zarpou para Lisboa (no próprio dia, salvo erro) e reintegrou o serviço "diplomático".

No dia em que o presidente jomav publica o decreto de demissão do Governo do Eng. Carlos Correia, a 12 de Maio, o dr.Mota voou para Bissau...

Lantindan Gomes