Isto porque a Guiné-Bissau saiu da lista de ajudas da Espanha, como consequência da crise que está a assolar a Europa.
Decisão que veio a agravar-se com o golpe militar de 12 de abril.
Agora a AIDA está a pedir ajuda de outras organizações e países para não suspenderem o apoio prestado ao povo guineense desde 2005.
Só para ter uma ideia, há seis anos para cá, AIDA assistiu mais de 45 mil guineenses com kits de medicamentos só no Hospital Nacional Simão Mendes.