domingo, 17 de novembro de 2013

ÚLTIMA HORA: CONGRESSO DO PAIGC PODERÁ SER ADIADO MAIS UMA VEZ DEVIDO AO IMPASSE NA CONFERÊNCIA REGIONAL DE BAFATÁ

Já não estranha a ninguém, e até dá uma certa raiva ouvir uma vez mais que o
Congresso do PAIGC poderá ser mais uma vez adiado. Desta feita, verifica-se
uma divergência quanto a modalidade de votação dos delegados numa das
conferências regionais que poderá determinar quem será o futuro Presidente
do PAIGC. Em causa estão as duas mais fortes candidaturas alguma vez
apresentadas na história do PAIGC.  Segundo as informações que fomos
recolhendo ao longo deste tempo todo NUNCA mas NUNCA se viu no
PAIGC tanta concorrência e tanta vontade de se competir na Politica. Isto
é bom porque a politica ressalta novamente como algo bonito. Para isso
temos que dar os parabéns ao Engº Domingos Simões Pereira, o mais que
provável vencedor desta contenda e igualmente dar os parabéns ao Empresário
Braima Camará pelo seu espirito de persistência apesar dos resultados não
lhe serem nada favoráveis.

Contudo os delegados à conferência de Bafatá encontram-se desde ontem
preparados para escolher aquele que será o líder da Politica do PAIGC
para os próximos 4 anos naquela região. De um lado temos o Srº Fofana
Keita apoiado por Domingos Simões Pereira e do outro o Srº Alpha Yaya,
apoiado por Braima Camará.

Este impasse todo reside na forma de votação. Os apoiantes do Engº Domingos
Simões Pereira querem que seja colocada uma urna e assim mantem-se o
secretismo do voto e a candidatura do Empresário Braima Camará quer que a
votação seja de mão levantada. Tudo indica que a culpa deste impasse
todo é da Direção Superior do PAIGC que não quer bater com a mão na mesa
e escolher uma das modalidades ou ser coerente com aquilo que se passou nas
outras regiões. Contudo os Imames das mesquitas de Bafatá e o régulo de Bafatá
lideres de opinião realçaram que a forma mais correta em democracia é a URNA.

O Progresso Nacional vai continuar atento aos próximos desenvolvimentos
apesar de todo este cenário prejudicar única e simplesmente aos libertadores.