"Na
casa aonde cresci, a paixão clubista tinha uma côr, o verde. Todos eram
do Sporting! Todos excepto meu pai que, para não contrariar, não se
assumia do Benfica mas sim, “ser Eusébio”. Meu pai dizia e
todos acreditávamos que o futebol e a sua febre não o atraiam, mesmo
aquando dos choques dos rivais de Lisboa, então com ainda maior
repercussão em Bissau. Mas, a cada Golo de Eusébio, ele chamava pelo
mais próximo ou pelo nome que lhe saísse logo, para confirmar que tinha
sido mesmo o Pantera Negra a “provocar novos estragos”. E todos riamos
contrariados, pois ficava evidente a identificação e afeição ao Benfica."
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