Sidney / Londres, 04 de fevereiro (Reuters) - A permanência de três anos e meio do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, na embaixada do Equador em Londres equivale a uma "detenção ilegal", irá arbitrar na sexta-feira um comitê da Organização das Nações Unidas (ONU) que examina um apelo do australiano, de acordo com a emissora britânica BBC.
Assange, ex-hacker que se encontra abrigado na representação diplomática desde junho de 2012, disse ao Grupo de Trabalho sobre Detenções Arbitrárias da ONU que é um refugiado político cujos direitos foram infringidos, uma vez que não pôde pedir asilo no Equador.