sexta-feira, 30 de outubro de 2015

COMISSÄO ORGANIZADORA DA CONFERÊNCIA NACIONAL PERSPECTIVA AMPLA DIVULGAÇÃO E VISIBILIDADE DAS SUAS ACTIVIDADES ATRAVÉS DOS MÉDIA

O Presidente da Comissão Organizadora da Conferência Nacional, sob o lema, “Caminhos para a Consolidação da Paz e Desenvolvimento” reuniu-se  quinta-feira, dia 29, com os média nacionais e internacionais informando-os da importância e vantagem de uma ampla divulgação e visibilidade das  actividades da comissão.

No encontro, Padre Domingos da Fonseca, disse que, a Comissão identificou a comunicação social como o trilho estratégico fundamental para a promoção efectiva e veiculadora dos Objetivos da Conferência.

“Os órgãos de informação nacionais são parte essencial dessa estratégia para garantir a mais ampla mobilização da sociedade, enquanto  veículo para informar o grande público sobre o mandato e os trabalhos da Comissão para a Organização da Conferência”, disse o Padre da Diocese de Bafatá.

Fonseca disse que os órgãos da comunicação social têm também o papel de garantir a divulgação das conclusões e recomendações da Conferência Nacional e explicar aos guineenses quais as várias opções disponíveis para lidar com o passado do país e promover a reconciliação nacional.

Nesse contexto, a Comissão promoveu um encontro de discussão e analise com os órgãos de informação sobre as opções de um consenso que permita um compromisso e parceria para o sucesso da Conferencia Nacional.

“Na mesma perspectiva de sensibilização, com o objectivo de permitir para que todas as forças vivas do país se apropriem do processo de reconstrução da paz ao nível nacional, a Comissão promoverá um atelier com os média, a sociedade civil, régulos e chefes religiosos”, referiu.

Afirmou por outro lado que, que o processo de consolidação da paz, da reconciliação e do desenvolvimento da Guiné-Bissau, exige uma componente educativa que deve ser da propriedade da própria Comissão e introduzida nas diferentes instituições educativas e formativas do país, se na verdade se quer atacar o problema de raiz. 


A referida Comissão criada pela Assembleia Nacional Popular é composta por 32 membros, dentre os quais, representantes de todas as confissões religiosas existentes no país, sociedade civil e de órgãos de soberania.