segunda-feira, 14 de março de 2016

OPINIÃO: O QUE FARÁ JOSÉ MARIO VAZ ?

Ao derrubar o Governo legitimo liderado pelo Domingos Simões Perreira, o Presidente da Repùblica José Mario Vaz abriu uma insegurança nesta legisltura assim como do seu mandato.
Nem a Assembleia Nacional Popular, órgão politico maxímo do nação , nem o Suprêmo Tribunal de Justiça, nem a Sociedade Civil deram razão a Jomav.
E obvio que depois do sucesso da Mesa Redonda em Bruxelas havia muitas coisas a corrigir na arquitetura do Governo, nomeadamente nas interrelações e nas sequencialidades do Ministerios ligados as aereas economicas e financeiras, porque o País ia precisar de uma nova dinâmica e um novo “know how” para uma governação economica tomando em conta os novos desafios do momento.
Só que Jomav fez confusão entre reeajustamento tecnico necessario para acompanhar novas oportunidades das Finanças Pùblicas e uma reoganização politico com intuito de ajusto de conta contra uma pessoa que só fez aquilo pelo qual solicitou o voto do Povo.
A situação complicou-se ainda com mais a palmatoria juridica dada pelo Suprêmo Tribunal de Justiça através de um acordão, que deu por ilegal a destituição do Governo legitimo, assimilando o ato do Presidente da Rebùblica a um autêntico  “Golpe de Estado” institutional desencadeado por uma leitura restrita e parcial da Constituição.
A pergunta agora é essa : “Jomav a Guiné està em lenta e perigosa agonia, o que pretende fazer o Sr. Presidente? “
Repare os movimentos socias já se fazem ouvir, a coesão social foi quebrada, as seguranças das pessoas e dos bens jà não existem, as principais Instituições do Pais, quer a Assembleia, quer os Tribunais, os sindicatos assim como os partidos politicos e a Camara do Comercio estam ao rubro.
Nesta atmosfera surealista de agonia da nossa Guiné, onde a esperança foi enterrada sem lhe deixar abraçar o futuro melhor almejado pelo Povo, jà se ouve os gritos do Povo a aproximarem-se do Palacio para por cobro a esta perigosa agonia.
Anónimo